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Amangola se propõe ajudar na identificação de problemas sociais

O presidente da União das Associações Locais de Angola (Amangola), Job Capapinha, garantiu, sábado, na Vila de Catete, que a sua instituição vai em todo o país, através das delegações, colaborar com os organismos locais, no sentido de ajudar a identificar as principais inquietações sociais que afligem as populações.

Em declarações à imprensa, no final da primeira reunião ordinária da comissão directiva da Amangola, o responsável referiu que para o efeito foi criado o programa anual “Amo o meu bairro”, que vai vigorar no período 2017/2022, com o objectivo de ciar uma interacção permanente entre governantes e governados, no âmbito do Programa do Executivo, para o mesmo período.

A intenção, segundo Job Capapinha, é que comece a haver de facto participação dos cidadãos na governação directa do país, sobretudo nas localidades, apontando os defeitos, mostrar o que deve ser melhorado, pedir para que os governantes olhem mais para as preocupações das populações e consigam dar vazão aos problemas que o povo apresenta.

Neste sentido, disse que orientou os delegados provinciais para que não formem só fiscais, mas sobretudo agentes particípes da função executiva, para que consigam levar a população o que se pretende (melhoria das condições sociais).

“O MPLA se propõe a melhorar o que está bem e a corrigir o que está mal, nós por maioria de razão temos de saber apontar o que está mal, onde está o mal e como deve ser feito para que haja uma governação a contento”, acentuou.

Antes da actividade, o presidente da Amangola conferiu posse a delegação da organização na província de Luanda, bem como orientou a abertura da primeira reunião metodológica nacional da coordenação.

A Amangola é uma instituição de utilidade pública criada a 06 de Julho de 2013, de carácter privada, ganhou o estatuto de utilidade pública numa deliberação do Conselho de Ministros, aprovada a 25 de Março de 2015.

A organização tem como objecto social participar no desenvolvimento das comunidades e na divulgação da Constituição da República de Angola, dentro e fora do país. (Angop)

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