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Angola com dois porcento de prevalência de VIH/sida – Inquérito

Dois porcento da população angolana é VIH positiva, sendo a prevalência maior nas mulheres ( 2,69 porcento) do que nos homens ( 1, 2 porcento), indica o relatório de inquérito múltiplos e de saúde (IIMS) 2015-2016 lançado hoje, sexta-feira, em Luanda, pelo Instituto Nacional de Estatística.

De acordo com o documento, a prevalência de VIH é maior nas mulheres, nas áreas urbanas ( 3,0 %) do que nas áreas rurais com 1, 7 %, enquanto que nos homens verifica-se o contrário, sendo ligeiramente maior nas áreas rurais com 1,4 porcento do que nas áreas urbanas com 1,2 %.

Por províncias a prevalência de VIH varia consideravelmente, sendo menor no Zaire ( 0,5 por cento ) e maior no Cunene ( 6,1%).

Entre as mulheres, a prevalência de VIH é maior no grupo etário de 35 a 39 anos e menor no grupo etário de 15 a 19 anos ( 0,8 %). Nos homens, a prevalência é maior no grupo etário de 40-44 anos ( 2,7 porcento) e menor no grupo de 15-19 anos ( 0,6%).

Quanto à saúde infantil, o relatório indica que três em cada dez ( 31%) de crianças de 12 a 23 meses recebem todas as vacinas básicas considerando-se que receberam as vacinas básicas se a criança recebeu pelo menos uma dose de vacina de BCG e da vacina contra o sarampo e três doses de vacina pentavalente e contra a poliomielite.

A taxa de cobertura das vacinas básicas aumenta consoante o nível de escolaridade da mãe, sendo 16% nas crianças,

A mesma tendência verifica-se por quintil socioeconómico, sendo 13% nas crianças do primeiro quintil e 57% nas crianças do quinto quintil.

De acordo com o documento, a cobertura de vacinas básicas é menor na província do Cuando Cubango ( 8%) e maior na província de Luanda ( 50%).

Em relação a mortalidade infantil, o documento indica que as taxas de mortalidade neonatal e infantil são de 24 e 44 mortes em cada mil nados vivos, respectivamente.

A taxa de mortalidade infantil juvenil é de 68 mortes por mil nados vivos, significando que uma em cada 15 crianças morre antes do seu quinto aniversário.

Em Angola o intervalo mediano entre nascimentos é de 30,8 meses em que a mortalidade infanto – juvenil diminuiu em função dos intervalos entre o nascimento anterior.

Entre os indicadores publicados no relatório, destaque para ao dados que dão conta que em Angola as mulheres têm uma média de 6,2 filhos, mais de um terço de mulheres adolescentes, de 15 a 19 anos, já iniciou a vida reprodutiva, oito em cada dez mulheres fazem pelo menos uma consulta pré-natal por um profissional de saúde qualificado. (ANGOP)

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