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FNLA defende juventude competente

O candidato da FNLA a Presidente da República, Lucas Ngonda, defende que os jovens não devem ser vistos como coitados da sociedade angolana, mas como activos, criadores, responsáveis e competentes para servirem o país e não aos partidos políticos.

Em Viana, a FNLA juntou dezenas de jovens militantes, simpatizantes e amigos do partido, para dar a conhecer o seu programa de governação e apontar o que tem reservado para a juventude: a aposta na formação académica e profissional.

Em declarações aos jornalistas, Lucas Ngonda defendeu que a juventude tem de ser activa no seu papel de reconstrução nacional e que toda a actividade deve estar direccionada aos jovens e às mulheres.
Apesar do atraso de duas horas, no início do encontro, causado pela falta de energia eléctrica no complexo 15 de Março, e que deixou alguns participantes aborrecidos, Lucas Ngonda fez um esforço até ter o microfone aberto e conseguiu transmitir as intenções do seu partido para os jovens e para o país.

O candidato falou da aposta na educação e no ensino, que é a chave para os problemas do desenvolvimento e do processo de reconstrução do país, defendendo o ensino gratuito, a criação de bolsas de estudos para jovens que realmente necessitam, e do combate à corrupção, principalmente nas escolas.

Lucas Ngonda referiu-se ao combate ao desemprego com uma juventude instruída, ao mesmo tempo que defendeu que não se pode ter uma juventude seleccionada, porque cria assimetrias que podem direccionar-se para outros problemas.
“Para acabar com as assimetrias, a FNLA pretende conferir igualdade de oportunidades a todos, e aos jovens, dar-lhes a instrução suficiente. Por isso, o partido aposta no ensino, porque é dele que saem as competências para servirem o país”, disse Lucas Ngonda.

O candidato da FNLA referiu que o seu partido tem um programa de sociedade para a paz, democracia e para o progresso social, económico do país. O líder político, que fez um resumo do percurso histórico da FNLA, lembrou que a Angola de hoje foi obra de jovens que se levantaram para lutar contra o colonialismo português e o país que se está a construir, também deve ser considerado uma obra da juventude. (Jornal de Angola)

por Nilza Massango

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