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Benguela: Província carece de mais de três mil professores

O sector da Educação da província de Benguela necessita admitir três mil e 365 novos professores para cobrir as vagas existentes e satisfazer as necessidades educativas na circunscrição.

A informação foi avançada hoje, segunda-feira, pelo director provincial da Educação, Ciência e Tecnologia de Benguela, Samuel Quinda, durante um encontro que o governador local, Rui Falcão, teve com os responsáveis de escolas primárias, do I e II ciclo do ensino secundário, bem como de escolas de formação de professores e do ensino técnico-profissional da região.

Segundo o responsável, há necessidade de admissão de três mil e 365 novos professores para preencherem as vagas de docentes aposentados, falecidos e desvinculados, bem como para trabalharem em escolas recentemente construídas no âmbito do Programa de Investimentos Públicos (PIP) e iniciativas locais.

Lembrou que a rede escolar na província de Benguela conta com mil e 278 escolas, das quais mil e 193 são públicas e comparticipadas, bem como 85 privadas, onde estão matriculados 792 mil e 96 alunos, sendo que as aulas são ministradas por 24 mil e 605 docente.

O director provincial da Educação referiu que devido à crise financeira e económica que o país atravessa não foi possível se cumprir com o programa do Governo para o período 2013/2017, que previa a construção, anualmente, em cada um dos dez municípios, escolas com 20, 12 e seis salas de aulas.

Destacou que, apesar da crise, nos últimos cinco anos a província de Benguela passou de mil e 221 escolas construídas e reabilitadas para mil e 278 escolas, assim como o número de salas de aulas aumentou de 7 mil e 486 para 10 mil e 862.

“Apesar do esforço do Executivo em melhorar e alargar a rede escolar no país, estima-se que 267 mil e 112 crianças estão fora do sistema na província, sendo o município de Benguela o mais afectado”, precisou. (Angop)

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