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Médicos admitem recusar horas extra

Referendo interno dos médicos do Sindicato Independente indica que 97% destes profissionais admite recusar trabalho extraordinário se o Governo não fizer a reposição dos pagamentos cortados desde 2013.

Os médicos do Sindicato Independente admitem recusar horas extra, se o Governo não fizer a reposição dos pagamentos cortados desde 2013.

De acordo com um referendo interno, 97% dos médicos afectos a este sindicato admite recusar trabalho extraordinário.

Os médicos exigem um limite de duzentas horas anuais em serviços como urgências, onde têm de estar disponíveis mais de 600 horas por ano – quatro vezes mais do que na restante Função Pública.

Em 2013, o preço das horas extra foi cortado para metade e o valor manteve-se até 2015.

Apesar dos avisos, o sindicato admite estar disponível para negociar com o Executivo uma reposição faseada.

Em comunicado na sua página da Internet, o Sindicato Independente informa que tomará as medidas adequadas e necessárias sobre esta matéria na reunião do seu Conselho Nacional, agendada para 20 de maio. (TVI24)

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