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Arábia Saudita investiga tragédia que matou mais de 700

(REUTERS)
(REUTERS)

Governo atribui incidente durante peregrinação a Meca a “desrespeito às instruções das autoridades”. Dois grandes grupos teriam chegado ao mesmo tempo a um dos acessos ao templo.

O ministro da Saúde da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, afirmou em comunicado nesta sexta-feira (25/09) que o tumulto que matou mais de 700 peregrinos perto de Meca pode ter sido causado por desrespeito às regras do evento.

O tumulto ocorreu na quinta-feira durante um ritual de apedrejamento no vale de Mina, perto de Meca, em que os peregrinos atiram pedras contra pilares que representam o diabo. Dois grandes grupos teriam chegado ao mesmo tempo a um dos acessos ao templo. A Defesa Civil da Arábia Saudita contabilizou ao menos 717 mortos e 863 feridos.

Essa é a pior tragédia registada na peregrinação muçulmana do Hajj nos últimos 25 anos. Em 1990, 1.426 peregrinos morreram sufocados num túnel.

“As investigações sobre o incidente no ritual de apedrejamento em Mina, que foi talvez causado porque alguns peregrinos se locomoveram sem seguir as instruções das autoridades, serão rápidas e anunciadas, assim como ocorreu em outros incidentes”, disse o ministro.

Falih acrescentou que os feridos foram levados a hospitais em Meca e, se necessário, serão conduzidos a outras partes do país.

Após o desastre, o rei saudita Salman bin Abdulaziz al-Saud ordenou a revisão do planeamento dos cinco dias de peregrinação, que, neste ano, tem a participação de 2 milhões de pessoas.

Segundo os mandamentos do islão, os muçulmanos devem peregrinar a Meca ao menos uma vez na vida.

No último dia 11 de Setembro, 107 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas com a queda de um guindaste das obras de expansão da Grande Mesquita de Meca. (dw.de)

KG/rtr/dpa

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