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Zaire: Retomado processo de repatriamento de ex-refugiados angolanos na RDC
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Zaire: Retomado processo de repatriamento de ex-refugiados angolanos na RDC

DIirector provincial da Assistência e Reinserção Social, Manuel José António (Foto: Pedro Moniz Vidal)

DIirector provincial da Assistência e Reinserção Social, Manuel José António (Foto: Pedro Moniz Vidal)

A segunda fase do repatriamento voluntário e organizado dos ex-refugiados angolanos na República Democrática do Congo (RDC) foi retomada nesta quinta-feira, na Província do Zaire, com a chegada do nono comboio com 185 pessoas, cujo processo teve início a 10 de Novembro de 2014 a nível desta região.

De acordo com o Director Provincial do Zaire da Assistência e Reinserção Social, Manuel José António, em declarações hoje, Sábado, à Angop, entraram através do posto fronteiriço do Luvo 47 famílias angolanas integradas por crianças, adultos e idosos, provenientes das localidades de Matadi, Lucala, Kimpese, Cuilo Ngongo e Lufu Ntoto, região do Baixo Congo Democrático.

Revelou que oito congoleses que têm laços matrimoniais com angolanas também fazem parte do grupo que regressou a Angola, munidos de seus passaportes que foram devidamente autenticados com vistos para um período de um ano, prorrogável, emitidos pelos serviços consulares angolanos naquele país vizinho.

” Sabemos que alguns dos nossos compatriotas contrairam matrimónio com cidadãos congoleses, daí, em todo este processo, os mesmos têm acompanhado os seus cônjuges , em conformidade com os acordos da comissão tripartida(Angola-RDC, ACNUR)”, explicou.

Assegurou haver condições de acolhimento no centro de Kinzau, que dista 15 quilómetros a norte da cidade de Mbanza Congo, onde os ex-refugiados permanecem durante três dias, durante os quais beneficiam de assistência em bens alimentares, materiais, médica e medicamentosa, assim como documentos de identidade nacional, antes de serem encaminahdos para as suas zonas de destino final.

Pelo menos mil e 488 ex-refugiados angolanos regressaram já ao país através do posto fronteiriço do Luvo, Mbanza Congo, desde o início da segunda fase do referido processo a 10 de Novembro de 2014, tendo o mesmo observado um interregno em Dezembro último, por ocasião da quadra festiva.

O processo de repatriamento voluntário e organizado destes compatriotas decorre sob a alçada do executivo angolano, através do Ministério da Assistência e Reinserção Social (MINARS), em parceria com o alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

(ANGOP/DA/PMV)

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