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Mota-Engil diz ter “um compromisso sério e perene” com Angola

Gonçalo Moura Martins, Mota-Engil (Foto: D.R.)
Gonçalo Moura Martins, Mota-Engil
(Foto: D.R.)

A Mota-Engil garante que ainda não sentiu qualquer problema em Angola, com os impactos da queda do preço do petróleo. E até assume que o último trimestre de 2014 foi dos melhores em termos de recebimentos.

A Mota-Engil olha para Angola com a “cautela normal que temos sempre em qualquer negócio e mercado, mas com grande tranquilidade”. Gonçalo Moura Martins, presidente executivo da Mota-Engil, lembra que já houve outros momentos em que o petróleo estava com preços baixos, mas que a empresa continuou em Angola.

Aliás, o gestor disse mesmo, nos Prémios Exportação e Internacionalização que decorreu esta semana em Lisboa, que “temos um compromisso sério e perene [com Angola]”, e, por isso, “estamos a encarar a situação como encarámos em outros momentos menos bons de Angola”.

Moura Martins garante que não teve qualquer projecto cancelado, ainda que admita que possa haver diminuição de investimento e de gasto público no país africanos. Mas, aí, as empresas têm de “ter a capacidade de adaptação destes momentos”. Segundo revelou, o último trimestre de 2014 até foi “dos melhores” em recebimentos.

Angola “é um mercado importante”, mas o grupo, realça, “tem cada vez menos exposição em Angola”, onde continua a crescer. Segundo disse, Angola pesa 42% do volume de negócios da Mota-Engil África.

MOTA-ENGIL AINDA NÃO ESTÁ A SENTIR REVITALIZAÇÃO DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL 

A Mota-Engil ainda não está a sentir o sector da construção a inverter os anos de queda que está a registar há uma década. Mas espera que os novos fundos comunitários sejam aproveitados “o mais depressa possível”.

A Mota-Engil ainda não está a sentir qualquer reversão no sector da construção em Portugal que decresce há 10 anos. Gonçalo Moura Martins, presidente executivo da Mota-Engil, explicou que revitalizar a construção não se consegue de um mês para o outro, mas ainda não vê sinais.

Deposita, no entanto, esperança no novo quadro comunitário de apoio, Portugal 2020, que espera “seja aproveitado o mais depressa possível”.

A construção está a cair há 10 anos, e nos últimos três a quatro anos a queda foi de quase 70%. Mas a Confederação Portuguesa Portuguesa da Construção e Imobiliário, nas palavras do seu presidente Manuel Reis Campos, acredita que este ano o sector pode entrar num novo ciclo.

“É um sector que foi altamente flagelado e sofredor desta crise”, acrescenta Moura Martins, dizendo que, “obviamente, era interessante que pudesse reanimar”.

Quanto à internacionalização, o presidente executivo da Mota-Engil lembra que essa é sempre um exponenciar um risco. “Podemos controlar melhor, mas é exponenciar o risco”. Ainda assim, “quanto mais escala tivermos no nosso mercado mais capacidade teremos para enfrentar riscos em mercados estranhos e novos”. Quando questionado sobre novos mercados falou em dois: Aruba e Santo Domingo.

Moura Martins falava na cerimónia de entrega dos prémios Exportação e Internacionalização realizada quinta-feira, 5 de Fevereiro, em Lisboa. (jornaldenegocios.pt)

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