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Marques Mendes: “Se não houver alguns recuos de bom senso, isto vai dar uma tragédia grega”
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Marques Mendes: “Se não houver alguns recuos de bom senso, isto vai dar uma tragédia grega”

(ionline.pt)

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Sobre a candidatura de Figo à presidência da FIFA, diz ser “uma boa surpresa”

Marques Mendes considera que o novo governo grego começou de forma provocatória e irrealista.

“Quer gastar 12 mil milhões de euros, isso é impossível!” Mas, de acordo com o social-democrata, o ponto mais irrealista é outro: “pedir o perdão de parte da dívida e depois pedir mais dinheiro, é irrealista”, afirmou este sábado na SIC. “Acha que os portugueses acham bem? Se a moda pega, todos querem o mesmo”, continuou, em tom de crítica.

Marques Mendes defende que os gregos devem ser mais tolerantes e compreensivos, não arrogantes. “Se não houver alguns recuos de bom senso, isto vai dar uma tragédia grega”, frisa, acrescentando que “daqui a uns dois ou três meses haverá o choque com a realidade”.

O Antigo líder do PSD não considera que a vitória do Syriza na Grécia influencie as nossas legislativas, mas já não tem a mesma certeza em relação às presidenciais. “Ao que eu sei Carvalho da Silva (ex-líder do CGTP) está a preparar candidatura à presidência”. Aí poderá vir alguma influência, defende.

Sobre a candidatura de Figo à presidência da FIFA, diz ser  “uma boa surpresa”.

“Portugal tem um dos melhores treinadores do mundo, Mourinho, o melhor jogador do mundo, Ronaldo, e o melhor empresário de futebol do mundo, Jorge Mendes, então porque não Figo na FIFA?”, questiona.

“Embora talvez não venha a ganhar, pode deixar aqui uma marca forte para voltar a concorrer daqui a quatro anos. Acho que Figo fez bem, e que o país faz bem em apoiá-lo”, sublinha.

Esta semana também foram conhecidos os resultados da prova dos professores, 850 chumbaram. Sobre este assunto, Marques Mendes afirma que se pode concordar e discordar da prova, mas perante os resultados, existem conclusões das quais não se pode fugir. “Houve 65% dos professores que tiveram erros de ortografia. Em cada resposta, 20% deu cinco erros ortográficos. Não podemos ter professores a dar erros em português”, argumenta.

O comentador defende assim que os professores, como qualquer profissional de outra actividade, sejam avaliados.

Questionado sobre os problemas na “Saúde”, com os hospitais cheios e chefes das urgências a demitirem-se em bloco, Marques Mendes responde que houve falhas de planeamento. “Foi preciso que um conjunto de clínicos se demitisse para que a administração do Garcia de Orta tomasse medidas”, lamenta.

“Vim a saber que o ministro da Saúde escreveu para os serviços regionais de saúde a perguntar se estavam preparados para a gripe. Isso faz-me pensar que possivelmente os gestores hospitalares também não são assim tão competentes”, defende assim Paulo Macedo. (ionline.pt)

por Solange Sousa Mendes

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