Imogestin vai reformular planeamento dos projectos habitacionais

Rui Cruz, PCA Imogestin. (Foto: Alberto Julião)
Rui Cruz, PCA Imogestin.
(Foto: Alberto Julião)

A Imogestin empresa responsável pela gestão das centralidades, novas urbanizações e de vivendas públicas vai reformular o planeamento de forma progressiva das habitações na província de Benguela, disse  sábado último, o seu presidente do Conselho de Administração, Rui Cruz.

A informação foi avançada à imprensa, no final da visita de dois dias que Rui Cruz efectuou aos municípios da Baia Farta, Lobito e Catumbela, para se inteirar do grau de execução das obras dos diferentes projectos habitacionais.

Durante a visita nos respectivas projectos habitacionais, a delegação que movimentou os membros do Conselho da Administracao da Imogestin constatou que existe um ligeiro atraso nas obras de construção dos equipamentos sociais.

Como medida para se ultrapassar as dificuldades constatadas nos projectos habitacionais da Baia Farta, Lobito e Catumbela, o PCA da Imogestin disse que dentro de 15 dias no máximo vai enviar para a província de Benguela técnicos especializados para repensarem o actual plano de infra-estruturas.

“Nós estamos a trabalhar para que os equipamentos sociais, como escolas, jardins infantis, serviços de saúde e de águas, saneamento e tantos outros, possam acompanhar o ritmo das obras das casas)”, disse o PCA.

Rui Cruz garantiu que o Conselho de Administração em parceria com o governo local está a trabalhar com os técnicos no terreno, para que tanto as habitações do Lobito, Baia Farta e da Catumbela possam estar concluídas de forma faseada, para serem comercializadas ainda este ano.

Disse que cada um dos projectos serão concluídas em três fases,  dos três mil focos do Lobito 700 terminam a execução em seis meses, no Luhongo (Catumbela) com cerca de dois mil 700 podem ser concluídas em sete meses.

Dos projectos da nova urbanização que visitou, os mil focos habitacionais no  município da Baia Farta poderão  ser concluídos  até  Novembro, por estarem em estado avançado de execução comparados aos outros.

Quanto às modalidades de comercialização, Rui Cruz não adiantou, porque aguarda-se por uma proposta que vai ser apresentada ainda este mês ao executivo.

Com base na vasta experiência que a Imogestin tem na gestão e comercialização das casas, não haverá possibilidades de um só cliente arrendar duas habitações, garantiu Rui Cruz, visivelmente seguro do que disse.

Rui Cruz apelou aos cidadãos interessados a adquirirem habitações nos diferentes projectos sob gestão da Imogestin, a fazê-los através dos procedimentos e regras, que estarão disponíveis através dos diferentes meios de comunicação, para se evitar situações fora do comum (burlas).

Na província de Benguela, a Imogestin reuniu-se com membros do governo local, técnicos das empresas fiscalizadoras e da construtora. (portalangop.ao)

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado.

Translate »