Ler Agora:
GoodYear condenada nos EUA por pagar subornos em Angola
Artigo completo 2 minutos de leitura

GoodYear condenada nos EUA por pagar subornos em Angola

(DR)

(DR)

A conhecida companhia de pneus GoodYear  foi multada pela autoridades americanas por ter pago suborno a funcionários de diversas empresas estatais e privadas de Angola .

A companhia aceitou pagar uma multa de 16 milhões de dólares à Comissão de Títulos e Câmbios dos Estados Unidos por subornos pagos pelas suas subsidiarias em Angola e no Quénia.

A comissão tinha acusado a GoodYear de não ter tomado medidas para impedir o pagamento de subornos de mais de três milhões e duzentos mil dólares durante um período de quatro anos devido à falta de controlo sobre as suas filiais na África Subsaariana.

A lei americana proíbe companhias americanas de pagarem subornos para obter contratos.

Segundo o que foi oficialmente divulgado aqui nos Estados Unidos, a subsidiária da GoodYear em Angola subornou empregados da Sonangol, Edel, Serviço Nacional de Alfândegas,  companhia de diamantes de Catoca que é pertença da Endiama, companhia de construção Engevia, a companhia Unicargas e ainda a companhia russa de minas Alrosa.

A comissão de títulos e câmbios revelou ainda que os subornos tinham sido contabilizados como gastos legítimos das suas subsidiárias e transferidos para as contas da empresa

A Goodyear concordou em entregar 14 milhões e 100 mil dólares em lucros desses negócios  e pagar juros de dois milhões e 100 mil dólares. Desconhece-se, no entanto, o montante pago em subornos em Angola e no Quénia

A Goodyear informou que ela própria tinha iniciado uma investigação depois de receber informações confidenciais sobre pagamentos ilícitos efectuados em 2011.

A empresa disse que  tinha depois enviado os resultados da sua investigação interna à comissão e ao Ministério da Justiça e revelou estar  em vias de vender os seus negócios em Angola

No acordo assinado com a Comissão de Títulos e Câmbios, a GoodYear prometeu também fortalecer as suas medidas anti corrupção. (voa.com)

 

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado. Os campos com são obrigatórios *

Input your search keywords and press Enter.
Translate »