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Dhlakama volta a defender províncias autónomas moçambicanas

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Afonso Dhlakama, durante reunião nas últimas eleições de 15 de outubro de 2015 (DR)
Afonso Dhlakama, durante reunião nas últimas eleições de 15 de outubro de 2015
(DR)

Afonso Dhlakama, Presidente da Renamo, voltou a exigir, este domingo, 22 de Fevereiro, em Nampula, no norte de Moçambique, a criação de Províncias Autónomas, nas zonas, onde o seu Partido, ganhou eleições.
Continua o debate, em torno da criação ou não de regiões ou províncias autónomas, em Moçambique, mas as posições, entre os dois principais partidos, a Frelimo, no poder, e a Renamo, na oposição, são claras e opostas.

Este domingo, 22 de Fevereiro, o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, antigo candidato presidencial, desse partido, nas eleições de 15 de Outubro, retomou o seu périplo, pelas províncias moçambicanas, e disse, em Nampula, no norte, do país, que a sua equipa político jurídica, está a ultimar, o diploma, defendendo, a criação de Províncias Autónomas, lá, onde, ele e a sua formação política, ganharam, as eleições.

“O anteprojecto está quase a acabar e vai entrar, [na Assembleia da República], em Março, para ser discutido e ratificado”, declarou Dhlakama.

Por seu lado, a Frelimo, que ganhou essas últimas eleições gerais, tem posição diferente, defendendo, o que já está na lei e na constituição, que não, projectaram e nem criaram essas Províncias Autónomas e Regiões.

A declaração, da Presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, é clara e evidente:

“Vamos analisar esta questão de acordo com o que está previsto na lei e na constituição; portanto, não tenho, que comentar, o que dizem, os outros chefes (….). Nós vamos analisar esta questão, tendo em conta, a lei”.

De recordar, que Dhlakama e a Renamo, avançaram, com esta proposta de reforma territorial, no seguimento, da sua denúncia, de fraudes eleitorais, nas eleições de Outubro, ficando prejudicados, pelo que a solução, seria, a criação de Províncias Autónomas, nas regiões, onde ganharam.

Quanto à Frelimo e a comunidade internacional, declararam, que as eleições foram livres e democráticas, apesar, dalgumas irregularidades, aqui e ali, que não põem, em causa, a vitória do partido, no poder, e do seu candidato, Filipe Nyusi. (rfi.fr)

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