Aumento da produção nacional é passo certo para diversificação da economia

Ministro das Relações Exterior, George Chicoti (Foto: Francisco Miudo)
Ministro das Relações Exterior, George Chicoti (Foto: Francisco Miudo)

O aumento da produção nacional, plasmada no Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) 2013/2017, é o caminho a seguir para promover a transformação estrutural da economia nacional, considerou hoje, em Luanda, o ministro das Relações Exteriores, George Rebelo Chikoti.

De acordo com o ministro ChiKoti, que falava na abertura do II workshop sobre “ Questões estruturais do processo de graduação de Angola dos Países Menos Avançados: Concepção metodologia e políticas”, a implementação do programa constante no PND está em linha com a visão dos organismos do sistema das Nações Unidas.

“ Em 2012, o sistema das Nações Unidas consideraram que Angola deve sair da categoria de Países Menos Avançados (PMA) e se propõem, para Março próximo, no âmbito da revisão trienal dos nações dos PMAs, reafirmar a elegibilidade de Angola para a categoria de renda média”, disse o diplomata.

Segundo o responsável, a presença de peritos da Organização das Nações Unidas (ONU) no Workshop, que vai até ao dia 24 próximo, visa a partilha de opiniões com especialistas dos vários organismos, o estudo de experiência dos países que já enfrentaram este processo e proporcionarão uma visão comum aos angolanos sobre a previsível graduação do país de renda média, apenas com um critério, o de rendimento.

Na óptica da implementação do PND 2013/2017, para o Executivo angolano a diversificação da economia e o aumento da produção nacional são a base para a criação da sustentabilidade económica, com vista a melhoria do índice de desenvolvimento humano e dos critérios em que o grau de vulnerabilidade do país é ainda elevado

Na cerimónia, o ministro disse que ao longo dos 13 anos de paz efectiva Angola obteve um espectacular desempenho económico e um crescimento dinâmico, factores que a colocaram como um destino seguro de investimento e de cooperação.

Disse o ministro, que o Executivo está consciente dos desafios que tem de enfrentar para contrapor a vulnerabilidade da economia nacional, ainda muito dependente do petróleo como principal produto de exportação. (portalangop.co.ao)

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