Adolescente britânico é condenado por ter planiado decapitar soldado

Adolescente britânico Brusthom Ziamani, de 19 anos, condenado em Londres por preparar atos terroristas. (REUTERS/Polícia Metropolitana/Divulgação)
Adolescente britânico Brusthom Ziamani, de 19 anos, condenado em Londres por preparar atos terroristas. (REUTERS/Polícia Metropolitana/Divulgação)

Um adolescente britânico foi condenado nesta quinta-feira por tramar a decapitação de um soldado em Londres, depois de ser influenciado pelo assassinato de um veterano da guerra do Afeganistão que foi morto a facadas por dois islâmicos na capital um ano antes.

Convertido ao Islão, Brusthom Ziamani, de 19 anos, foi preso em Agosto portando uma faca de 30 centímetros e um machado embrulhados em uma bandeira islâmica negra.

Promotores declararam no famoso tribunal londrino de Old Bailey que o réu pesquisou a localização de um acampamento de cadetes do Exército e que acreditam que ele estava a caminho de uma base militar quando foi detido. Ziamani, que é de Camberwell, no sudeste de Londres, foi condenado por preparar actos terroristas.

O comandante Richard Walton, do Comando de Contraterrorismo da polícia da capital, disse após o veredicto que o caso ilustra nitidamente uma das ameaças que a corporação enfrenta actualmente na Grã-Bretanha.

“Ziamani era um jovem influenciável que se radicalizou, e rapidamente desenvolveu uma mentalidade extremista e violenta”, afirmou ele em comunicado. “Ao longo de uma série de meses, ele acabou desenvolvendo o desejo de levar a cabo um ataque terrorista contra soldados britânicos.”

Ziamani será sentenciado em 20 de Março.

Em Agosto, a Grã-Bretanha aumentou o nível de alerta internacional de terrorismo para o segundo grau, “sério”, o que significa que um atentado é considerado altamente provável.

Desde então, dezenas de pessoas foram presas, incluindo algumas por supostos complôs para decapitar policiais, soldados ou pessoas comuns. Em todo o país, a polícia também foi instruída a ficar alerta para o risco de ataques. (reuters.com)

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