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Ministério do Interior aposta em 2015 na reorganização dos seus órgãos

O Ministério do Interior deverá, em 2015, centrar as suas acções na reorganização dos seus órgãos, adequando-os ao seu novo Estatuto Orgânico e na reestruturação da investigação criminal.

 Ãngelo Veiga Tavares- Ministro do Interior (ANGOP)

Ãngelo Veiga Tavares- Ministro do Interior (ANGOP)

O anúncio foi feito nesta terça-feira, em Luanda, pelo titular deste Departamento ministerial, Ângelo de Barros Veiga Tavares, na tradicional cerimónia de cumprimentos de fim de ano.

Segundo o ministro, a reestruturação dos órgãos de investigação criminal passa pela aprovação dos diplomas que regularão a sua organização e funcionamento, sua capacitação técnica, com a introdução de meios técnicos e tecnológicos e formação contínua dos seus efectivos, para o esclarecimento célere dos crimes e uma instrução processual com melhor qualidade.

A par disso, Ângelo Tavares salientou que será também necessário a criação de estruturas e capacidades para prevenir e dar resposta aos crimes económicos e ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

O Ministério do Interior tem ainda como prioridade a aplicação, de forma mais incisiva, dos postulados contidos na estratégia e planos sobre a sinistralidade rodoviária, com destaque para a inspecção periódica de viaturas, disse o governante.

A introdução de normas legais que regularão a participação da população na vigilância comunitária, com vista a incrementar as medidas de prevenção criminal e aprovação dos diplomas legais que regularão a organização e funcionamento da Polícia Nacional e sua aplicação, consta também das preocupações do Ministério do Interior no exercício de 2015.

O sector deverá também elaborar programas mais adequados para educação da população na prevenção contra incêndios e nos procedimentos a adoptar em casos de catástrofes, bem como potenciar as áreas de socorro a náufragos e sinistrados.

Realçou que a formação contínua dos efectivos, a sua avaliação periódica, a disciplina e o rigor deverão ser pressupostos a ter sempre presentes para o cumprimento das metas traçadas e inseridas na Directiva do Ministro e no Plano de Acções deste Departamento ministerial para o ano de 2015.

Em relação a actividade desenvolvida no ano prestes a findar, o ministro deixou claro que “sejam os destinatários dos nossos serviços a fazerem a avaliação do trabalho por nós realizado, sem prejuízo da autoavaliação que cada membro ou estrutura do órgão possa fazer (…)”.

“Devemos, pois, ser cada vez mais abertos às críticas que nos são dirigidas e fazer delas valiosos instrumentos para a correcção das nossas insuficiências”, expressou o ministro.

Para o efeito, disse ser imperioso que todas as denúncias sobre o comportamento menos correcto das estruturas do órgão ou dos seus membros, a todos os níveis, sejam investigadas, quaisquer que sejam as suas origens. “O mais importante é que a verdade seja apurada e a população a conheça”. (portalangop.co.ao)

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