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OMA reafirma regozijo pelo papel do partido na defesa dos direitos das mulheres

A Organização da Mulher Angolana (OMA) reafirmou hoje (quinta-feira), em Luanda, durante a abertura do V Congresso Extraordinário do MPLA, o seu regozijo pelo papel desta formação política na defesa dos direitos desta franja da sociedade.

Maria Isabel Malungo - Segunda Secretária Nacional da OMA (Foto: Lucas Neto)
Maria Isabel Malungo – Segunda Secretária Nacional da OMA (Foto: Lucas Neto)

De acordo com a Secretária Geral adjunta da OMA, Isabel Malunga, esta satisfação advém do facto de o MPLA ter sabido reconhecer e respeitar os direitos das mulheres, traçando políticas credíveis que asseguram a efectiva emancipação e promoção, garantido a igualdade de direitos e oportunidades na educação e no emprego, bem como a sua participação na vida política, económica, social e cultural.

De igual modo, acrescentou Isabel Malunga, a sua contribuição equitativa em todas as áreas do saber para o desenvolvimento sócio-económico do país.

Esta satisfação, acrescenta, consiste também no facto de por iniciativa do Presidente José Eduardo dos Santos se ter auscultado as mulheres rurais da sociedade, que muito têm contribuído para o sucesso das famílias angolanas.

Isabel Malunga, que discursava em nome da líder desta organização feminina do MPLA, referiu-se também ao facto de o partido, ao longo destes anos de existência, ter liderado o processo que conduziu à independência nacional, a preservação da integridade territorial, da soberania nacional, o alcance da paz, reconciliação nacional e a instauração da democracia.

Por este motivo, e em nome de todas as militantes, amigas e simpatizantes, assumiu o compromisso de continuar a desenvolver um papel mais activo no resgate dos valores éticos, culturais e morais, bem como na exaltação da cidadania e na promoção de uma cultura de paz.

Também no quadro das acções da mesma, manifestou como o engajamento da organização no reforço das acções de alfabetização através das brigadas Deolinda Rodrigues e a mediação de conflitos por via do fortalecimento dos centros de acolhimento jurídico, visando a coesão no seio da família.

“É nosso desejo, enquanto guardiães da moralidade, continuar a sermos as promotoras para que cada família se converta num lugar de diálogo, paz, serenidade e de partilha de afectos, contribuído desta forma para a construção de uma sociedade sã”, acrescentou.

Em nome da organização feminina, aproveitou ainda a oportunidade para reconhecer o empenho do Presidente José Eduardo dos Santos na promoção de políticas públicas que visam a dignificação e valorização da mulher angolana na certeza de que militantes, simpatizantes e amigas da OMA continuarão unidas em torno dos ideais do partido.

Com a presença de 1967 delegados, provenientes das 18 províncias e dos quais dos quais 33 por cento são do sexo feminino, o V Congresso Extraordinário do MPLA foi aberto pelo seu líder , o Presidente José Eduardo dos Santos, e tem como objectivos reafirmar as orientações que visam solidificar a paz e consolidar a democracia e o Estado de Direito, reafirmar o principio ideológico do partido socialismo democrático, analisar os estatutos do partido, entre outras. (portalangop.co.ao)

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