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Festival de música eletrônica Tomorrowland ganha edição brasileira

Com mais de 150 artistas e 6 palcos espalhados por uma área de 1,2 milhão de m², desembarca no Brasil nos dias 1.º, 2 e 3 de maio de 2015 um dos maiores e mais cultuados festivais de música eletrônica do planeta, o Tomorrowland (Foto: Divulgação)
Com mais de 150 artistas e 6 palcos espalhados por uma área de 1,2 milhão de m², desembarca no Brasil nos dias 1.º, 2 e 3 de maio de 2015 um dos maiores e mais cultuados festivais de música eletrônica do planeta, o Tomorrowland (Foto: Divulgação)

Com mais de 150 artistas e 6 palcos espalhados por uma área de 1,2 milhão de m², desembarca no Brasil nos dias 1.º, 2 e 3 de maio de 2015 um dos maiores e mais cultuados festivais de música eletrônica do planeta, o Tomorrowland. É um antigo sonho dos fãs da música eletrônica que se torna realidade.

Evento belga realizado há 10 anos na cidadezinha de Boom (32 quilômetros ao Norte de Bruxelas), o Tomorrowland abriu suas pré-reservas no sábado (19) e inicia as vendas em 6 de setembro. Os detalhes foram divulgados ontem na festa Tomorrowland, no Parque Villa Lobos, em São Paulo, pelo superstar DJ David Guetta.

Com o tema Tomorrowland – The Book of Wisdom (que ocorreu na Bélgica em 2012 e Atlanta, nos EUA, em 2013), a primeira edição brasileira da mostra será instalada na Fazenda Maeda, em Itu (mesmo local que abrigou a primeira edição do festival SWU), e também terá uma área de acampamento para os frequentadores.

Os palcos reunirão públicos de 3 mil a 35 mil pessoas. Desde o antigo festival Skol Beats, que chegou a reunir 70 mil espectadores, não se estabelecia um evento de música eletrônica desse porte no Brasil. Os realizadores são as empresas ID&T Brasil e a Plus Talent (do grupo SFX Entertainment, de Robert Sillerman, que também é dono de metade do Rock in Rio).

“A gente já está estudando aquele terreno há dois anos. O acesso é uma preocupação grande, mas estudamos a fundo e vamos ter um modelo totalmente satisfatório, assim como a configuração do terreno e os serviços de banheiros e chuveiros. Vai ser um festival completamente diferente do que aconteceu, um conceito imensamente superior”, garantiu Mauricio Soares, vice-presidente da ID&T.

Para os promotores, o line up (lista de atrações) é importante, mas não é o único atrativo da mostra. “Não é só um festival de música eletrônica. Trata-se de uma conexão global de jovens que têm um mindset parecido, ou que querem ver uma transformação positiva no mundo”, afirma Soares. Segundo Luiz Eurico, da Plus Talent, a edição belga do festival reuniu 210 nacionalidades diferentes, 10 a mais do que na Olimpíada de Londres.

Além do festival em si, a convivência do público é parte fundamental da festa. Um gigantesco acampamento chamado Dreamville é que providenciará esses três dias de loucura coletiva. Haverá uma oferta de estada de vários níveis, começando por barracas mais básicas e evoluindo para os chamados “dream lodgers” (cabines elevadas do chão), até 82 chalés que já são parte do entretenimento da fazenda.

Tomorrowland é um objeto do desejo do fã de música eletrônica, tanto que é no Brasil que está a maior comunidade online do festival (cerca de 1,4 milhão de fãs; no mundo todo, são 7,5 milhões). Pelo investimento em cenários, serviços e cast (“Uma mistura de Senhor dos Anéis com steampunk, um mundo fantástico”, define Soares), é uma aposta ousada. Mas que pode trazer bons resultados – um estudo de impacto econômico realizado em 2013 pela ID&T na região de Flandres, Bélgica, onde se realiza o evento, mostrou que a festa trouxe um incremento de 76 milhões para a economia da região. (diariodolitoral.com.br)

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