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Empresas angolanas ganham cultura de pagamento de seguros

(D.R.)
(D.R.)

O director adjunto de sinistros da “GA Angola Seguros”, Artur Simão, afirmou hoje, em Luanda, que nos últimos cinco anos tem-se registado um aumento significativo de empresas aderirem livremente às seguradoras.

Em declarações á Angop, a propósito do tema “Seguro obrigatório de acidentes de trabalho e doenças profissionais”, Artur Simão referiu que, nos últimos cinco anos, não só as grandes empresas aderem a este serviço, mas também as pequenas já têm estado preocupar-se com o pagamento do seguro.

Para o responsável, o grande problema reside nos funcionários das empresas, pois estes ainda manifestam alguma falta de conhecimento sobre como o mesmo funciona, quais os benefícios e para que serve.

Explicou que o seguro obrigatório de acidentes de trabalho tem vantagens económicas  e sociais. As económicas trazem benefícios para as empresas empregadora, pois em caso de acidente, elas não se vêm obrigadas em cobrir os danos, enquanto a social protege o funcionário e seus dependentes em casos de acidente ou morte.

Quanto as empresas que não aderem a estes serviços, o responsável afirma que o Ministério do Trabalho e a Inspecção Geral do Trabalho devia fazer um estudo as seguradoras e empresas que operam no mercado nacional, no sentido de explicar quais os benefícios para os trabalhadores.

“Não sei se isto está a ser feito com a frequência que se devia e se as multas estão a ser pagas por eventuais incumpridores”, sublinhou.

Explicou que os custos mais comuns que uma seguradora acarreta estão relacionados com despesas médicas, para além daqueles relativos às incapacidades temporárias e permanentes que vão de acordo com o grau de incapacidade, caso esta seja permanente.

Para além deste, continuou, existe também o custo relacionado com a reabilitação do trabalhador em caso deste não poder exercer a sua função.

Criada em 2010, a “GA Angola Seguros” está presente nas províncias de Luanda, Benguela, Zaire, Huila e Cabinda. (portalangop.co.ao)

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