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Sociólogo considera urgente acabar-se com as acusações de feitiçaria contra as crianças

Menino de 6 anos, Afonso Garcia, foi exilado pelos seus familiares após ser acusado de ser um feiticeiro. (myciw.org)
Menino de 6 anos, Afonso Garcia, foi exilado pelos seus familiares após ser acusado de ser um feiticeiro. (myciw.org)

O sociólogo João Minsinga considerou hoje, quarta-feira, em Luanda, ser urgente acabar com a prática de acusação de feitiçaria contra as crianças, de formas a devolver a felicidade das mesmas e garantir-lhes um futuro feliz.

Em declarações hoje, quarta-feira, à Angop, a propósito do tema sobre “A criança e o fenómeno da feitiçaria”, o académico frisou que as acusações são uma prática frequente em Angola e devem ser eliminadas, e acredita que a denúncia é um primeiro passo para se acabar com este mal.

Reprovou a atitudes de muitas famílias que dizem ser cristãs, mas acusam crianças de serem feiticeiras, impondo-lhes castigos, que muitas vezes terminam em morte.

Segundo João Minsinga é importante que as famílias cristãs adoptem uma postura capaz de ajudar no combate destes casos e outros de violência no género dentro dos lares.

Informações sobre acusações de feitiçaria contra as crianças por parte de familiares preocupam não só as entidades governamentais mas a sociedade em geral, por isso é imporante que se criem círculos de dialogo com a sociedade sobre o fenómeno, incentivando as pessoas a denunciarem tais actos.

Apelou a sociedade, principalmente aos cristãos, a promoverem o respeito mútuo no seio das famílias e a preservação dos valores morais. (portalangop.co.ao)

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