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Docentes do Cuanza Norte reunem-se com governador Henrique Júnior

Ndalatando – O governador do Cuanza Norte, Henrique André Júnior, reuniu-se sexta-feira, em Ndalatando, com representantes dos docentes do ensino não universitário para esclarecer as dúvidas quanto à satisfação das preocupações constantes de um caderno reivindicativo apresentado em Junho último.

Alunos no Cuanza Norte voltam a receber aulas (Foto: Angop)
Alunos no Cuanza Norte voltam a receber aulas (Foto: Angop)

Durante o encontro, onde participaram representantes de três sindicatos e da sociedade civil, os professores foram informados sobre o resultado dos diálogos entre o governo provincial e os órgãos representativos dos docentes.

Em declaração à imprensa no fim do encontro, o director provincial da educação em exercício, Silva Manuel António, afirmou que os professores comprometeram-se em retomar as aulas, e informar aos colegas que existe engajamento do governo na resolução das suas preocupações.

Os professores não universitários do Cuanza Norte paralisaram as suas actividades em Junho, altura em que apresentaram às autoridades um caderno reivindicativo.

Entre as suas reclamações consta a atribuição de cartões de segurança social aos trabalhadores, o pagamento de uma remuneração compatível aos titulares de cargos de direcção, a normalização da conta bancaria para evitar que os salários de um determinado professor caia, inadvertidamente, na conta de outro colega.

“ Por serem de âmbito local, excepto a respeitante à regularização das categorias da carreira docente, as questões reivindicadas estão já a ser equacionadas, com destaque para a entrega de vários cartões de segurança social aos seus utentes, enquanto outros continuam a ser emitidos”, esclareceu.

Para Silva Manuel António, a questão de actualização das categorias é um assunto de âmbito nacional, pelo que terá solução a nível central.

O trabalho nas escolas, interrompido com a apresentação do caderno reivindicativo, voltou a normalidade desde finais de Junho, fruto do entendimento alcançado entre as partes, garantiu o responsável educacional.

Ednésio Silvestre, um dos professores participantes, afirmou que o encontro permitiu harmonizar os pontos de vista entre as partes e abriu caminho para o diálogo permanente, para evitar os prejuízos decorrentes de paralisações da actividade docente, com todas as consequências negativas para os alunos.

Saudou a disponibilidade do governador Henrique Júnior em, pessoalmente, trabalhar para a remoção de quaisquer condicionantes que tendam obstaculizar o funcionamento dos professores.

Já o superintendente da Igreja Metodista de Sião no Cuanza Norte, reverendo Rodrigues Joaquim, saudou o facto de terem sido ultrapassados os obstáculos que durante mais de 15 dias condicionaram o funcionamento das aulas do ensino geral.

Participaram no encontro representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação, Ciência e Tecnologia, Juventude e Desportos e Comunicação Social, do Sindicato Nacional dos Professores não Universitários, Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) e o Colectivo de Professores.

Líderes de diferentes confissões religiosas e autoridades tradicionais testemunharam as discussões em que o Governador Henrique André Júnior esteve ladeado do vice-governador para a esfera política e social, José Alberto Kipungo, entre outros membros do governo. (portalangop.co.ao)

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1 COMENTÁRIO

  1. Na verdade agradecemos a pronta disponibilidade do senhor governador em dirigir este encontro apesar de não ter sido abrangente como se pretendia pelos professores.Por outro lado, até agora não estamos satisfeitos com a forma como tem sido encarado os problemas da educação, com muito pouca seriedade, nunca dão solução aos problemas e passam a vida a nos encher de falsas espectativas com balsamo e bons discursos, muita mentira, nesta governação há muito pouca preocupação aos principais problemas do funcionário e do povo, apresentam tantos projectos nunca se levam a pratica e a provincia continua na mesma, não dá passos visiveis de desenvolvimento. O Governo diz que já resolveu o caso dos cartões dos cargos do directores dos IBANS que até agora nada se vê. Mas até quando com estas mentiras e com esta pessima que ninguem está mais a gostar? Queriamos concorrer não fomos permitidos…Então quem paga por isso? Se isto continuar assim…..A mudança da forma de governação deste grupo que veio da….tem de ser urgente senão sómesmo convencer aquele pequeno grupo que ganha milhões….quanto a população nunca.

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