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Terminou reunião dos Chefes de Estado e de Governo dos PALOP

Cimeira dos PALOP (Foto: FRANCISCO BERNARDO)
Cimeira dos PALOP (Foto: FRANCISCO BERNARDO)

A reunião à porta -fechada dos Chefes de Estado e de Governo dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, com vista a análise do processo constitutivo do Fórum desta comunidade, a designar-se FORPALOP, terminou há instantes no Centro de Conferências de Talatona, em Luanda.

Após cerca de duas horas de discussões entre os presidentes de Angola, José Eduardo dos Santos, de Cabo Verde, Jorge Carlos da Fonseca, de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa, da Guiné Bissau, José Mário Vaz, e o Primeiro-ministro de Moçambique, Alberto Vaquina, aguardam  o acto de formalização do Fórum.

Na sua intervenção no início do evento, o estadista angolano, José Eduardo dos Santos, disse que a Paz e Desenvolvimento sustentado constituírem, hoje, a grande causa para os países africanos.

Disse que esta Cimeira contribuirá para o reforço da amizade e facilitará a concertação de posições sobre os problemas e desafios que estes países têm de enfrentar.

O Presidente José Eduardo dos Santos reforçou que os PALOP têm problemas específicos, fora do contexto da CPLP.

Já o Chefe de Estado de Cabo Verde, Jorge Carlos da Fonseca, realçou o momento da realização do evento e a participação do recém-eleito Chefe de Estado da Guiné Bissau, José Mário Vaz.

O líder cabo-verdiano frisou que as relações entre os PALOP têm conhecido novos impulsos e registado avanços que alimentam a ideia do seu reforço.

Disse ainda que a transformação da organização em Fórum poderá dar maior robustez, mas, para tal, deverá reflectir o interesse comum.

O FORPALOP é um órgão multilateral, que privilegiará a concertação político -diplomática e a cooperação, bem como o aprofundamento das históricas relações de amizade e solidariedade.

Entre os princípios que regerão o Fórum, destacam-se a igualdade, soberania e independência dos Estados membros, a não ingerência nos assuntos internos de cada um e o respeito dos princípios democráticos.

A organização defende ainda o respeito dos direitos humanos e o Estado de direito, integridade territorial, promoção da paz e da segurança internacionais, a resolução pacífica de conflitos, bem como a observância do preceituado no Acto Constitutivo da União Africana (UA). (portalangop.co.ao)

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