InicioAngolaEmbaixador Espírito Santo realça importância da constituição do FORPALOP

Embaixador Espírito Santo realça importância da constituição do FORPALOP

Joaquim do Espírito santo - Director para África e Médio Oriente (Foto: Pedro Parente)
Joaquim do Espírito santo – Director para África e Médio Oriente (Foto: Pedro Parente)

O director para África e Médio Oriente do Ministério das Relações Exteriores (Mirex), Joaquim dos Espírito Santo, realçou a importância da constituição do Fórum dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (FORPALOP) para a concertação política, diplomática e de cooperação dos mesmos.

Em declarações à imprensa, a propósito da realização hoje, segunda-feira, da Cimeira constitutiva do fórum em Luanda, referiu que os cinco países vão poder trocar pontos de vista e concertar posições comuns para outros encontros.

Disse que, embora tenham acontecido cimeiras e outras acções no passado, “elas realizaram-se por força da solidariedade que caracteriza a relação entre os cinco países africanos de língua oficial portuguesa, que é um elemento basilar do património histórico e cultural que os mesmos construíram juntos ao longo da luta comum para a independência”.

Acrescentou que esta solidariedade, além de ser hoje uma bússola orientadora, vai continuar a orientar a acção dos cinco para a sua afirmação no concerto africano e também no Mundo.

Explicou que o fórum vai funcionar no actual formato dos PALOP, por querer-se uma estrutura leve, uma vez que este é um forum de concertação e não necessita de ter uma estrutura muito pesada.

Daí que contará com um presidente que coordenará as acções dos PALOP para um período de dois anos e uma presidência rotativa.

Joaquim dos Espírito Santo disse que haverá um Plano de Acção, depois da sua constituição, que servirá de luta comum para afirmação destes paises.

De acordo com o embaixador Espírito Santo, “a constituição da CPLP dilui um pouco a acção e a influência que os PALOP vinham exercendo no passado, mas agora entendeu-se que era preciso dar um cunho jurídico a este forúm porque vai continuar a ser um mecanismo importante para a realização das aspirações dos povos destes cinco países africanos
de língua portuguesa”.

Por outro, salientou que após a adesão da Guiné Equatorial na CPLP, durante a Cimeira a ter lugar em Dili (Timor Leste), em Julho do corrente ano,  ela poderá manifestar o seu desejo em integrar os PALOP e aí os Chefes de Estado poderão decidir sobre isso.

“Sendo um país africano, naturalmente, não haverá dificuldade na aceitação da Guiné Equatorial nos PALOP” argumentou. (portalangop.co.ao)

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