InicioMundo LusófonoPortugalCaso Daniel. PJ segue o rasto a possíveis compradores

Caso Daniel. PJ segue o rasto a possíveis compradores

(Foto: Lusa)
(Foto: Lusa)

Fonte oficial da PJ diz que ainda não é certo que o destino da criança madeirense fosse a África do Sul

A investigação da Polícia Judiciária para apurar detalhes sobre a intenção de vender a criança madeirense que esteve três dias desaparecida em Janeiro ainda não está concluída. De acordo com fonte oficial, Lídia Franco, mãe de Daniel, tinha a intenção de vender a criança, mas ainda não é certo que os compradores fossem emigrantes portugueses na África do Sul, como foi ontem noticiado.

“Neste momento ainda muitos cenários estão em cima da mesa e a investigação continua para apurar quem pretendia pagar para ficar com a criança”, explicou ao i a PJ.

A mãe de Daniel ficou em liberdade com termo de identidade e residência, após ter sido detida no sábado pela Polícia Judiciária (PJ), seis meses depois do desaparecimento da criança. A mulher foi indiciada pelo crime de tráfico de pessoas e está proibida de sair da Madeira. Terá ainda de comparecer na PSP duas vezes por semana.

A detenção de Lídia Freitas surgiu depois de terem sido levadas a cabo há uma semana algumas diligências, que incluíram interrogatórios aos pais e a outro homem.

Daniel desapareceu a 19 de Janeiro, durante um convívio em casa de familiares, tendo sido encontrado três dias depois na floresta, naquela localidade da zona oeste da Madeira. Segundo os médicos – que observaram Daniel quando foi encontrado – a criança “estava clinicamente bem”, apenas com sinais de queimaduras devido ao frio. O estado clínico da criança levou mesmo os especialistas a considerar este caso “intrigante”.

Ontem, o “Sol” noticiou que o plano de Lídia Freitas seria vender o menor a emigrantes portugueses na África do Sul. De acordo com aquele jornal, está agora a ser investigado o envolvimento do novo companheiro da mãe da criança – que saiu nos últimos meses da casa onde vivia com o pai de Daniel – neste desaparecimento, bem como o do indivíduo que poderia fazer a ligação com os emigrantes na África do Sul. Não é ainda conhecida ao certo a “gratificação” a pagar à mãe, mas seria entre 50 e 130 mil euros. (ionline.pt)

Siga-nos

0FansCurti
0SeguidoresSeguir
0InscritosSe inscrever

Últimas notícias

Notícias relacionadas

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário!
Digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.