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Ministro das Finanças enaltece importância do mercado de capitais

O ministro das Finanças, Armando Manuel, afirmou, nesta quinta-feira, em Luanda, que Angola caminha a “passos largos” na senda da criação de um mercado de capitais forte.

Armando Manuel- Ministro das Finanças (Foto: Rosário dos Santos)
Armando Manuel- Ministro das Finanças (Foto: Rosário dos Santos)

Ao falar na abertura do IV Fórum da Banca, que decorreu sob o tema ” A Banca e o Mercado de Capitais”, o governante acrescentou que, com a realização do evento, o país ganha as melhores práticas de um mercado de capitais’0q moderno e capaz de atrair mais investimentos externos ao sector produtivo da economia, respeitando as especificidades do cenário internacional e os objectivos estratégicos macroeconómicos.

Com efeito, referiu, oferece um vasto sentido estratégico entre a banca e as entidades do mercado de capitais ao longo da necessidade recíproca de se potenciar a missão institucional de ambas as partes de uma forma que não se crie riscos nas aplicações financeiras e sugerem rendimentos justos e não especulativos, direccionando os investidores na busca do crescimento económico articulado com melhor
distribuição da riqueza nacional.

Armando Manuel disse que, nesta linha de pensamento, o rendimento nacional se torna cada vez mais bem distribuído na medida em que a poupança acumulada pela força de trabalho, quer na perspectiva individual, quer na dos fundos de pensão, possa ser aplicada no capital das empresas produtivas e em Títulos de Tesouro Nacional.

A distribuição dos fundos de pensão, no entender do governante, aumenta os proventos da reforma dos
trabalhadores e reduzem a desigualdade entre aqueles que vivem dos salários e dos que vivem da renda dos capitais.

Entretanto, afirmou que, para que aplicação da poupança e investimento de longo prazo possa ser sustentável, duas “regras de ouro” perseguidas pelo planeamento macroeconómico nacional devem ser destacadas: a primeira diz respeito a relação entre o mercado de capitais e banca, extraída das lições, quer da crise de 1928 assim como a de 2008.

A segunda regra de ouro, mencionada pelo ministro das Finanças, refere-se a relação entre o mercado de capitais e a Banca em que as poupanças aplicadas nos mercados de capitais devem estar ligadas directa ou indirectamente ao sector real da economia, para financiar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), caso contrário podem converter-se em meras apostas cujo resultado apenas transfere rendimentos com recursos financeiro do apostador. (portalangop.co.ao)

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