InicioEconomiaExplorações Produção de diamantes angolana deverá crescer 25% em 2014

Explorações Produção de diamantes angolana deverá crescer 25% em 2014

A produção de diamantes angolana deverá crescer 25 por cento e ultrapassar este ano os 10 milhões de quilates graças à entrada em funcionamento de duas novas explorações, afirmou o ministro da Geologia e Minas angolano.

(Foto: Lusa)
(Foto: Lusa)

“Este ano temos uma meta ambiciosa de 9,5 milhões de meio de quilates [na produção] industrial e 550 mil quilates [na produção] artesanal, o que quer dizer que temos de produzir 10 milhões de quilates”, disse hoje à agência Lusa Francisco Queiroz, à margem da conferência “Mineração no Topo: África”, que decorre em Londres.

Segundo o ministro, no ano passado a produção de diamantes angolana foi ligeiramente superior a oito milhões de quilates.

O ministro disse estar confiante em atingir o objetivo para 2014, minimizando a informação do boletim do Ministério da Geologia e Minas de uma quebra de 24% na produção em maio, de 785 mil quilates em abril para 600 mil quilates em maio.

“Em abril houve necessidade de fazer manutenção na principal mina produtora de diamantes, que é a Catoca. Essa paralisação nos dois moinhos que fazem a escolha dos diamantes provocou naturalmente uma redução que já foi retomada”, justificou.

A mina da Catoca, referiu, representa cerca de 85 a 87% da produção de diamantes em Angola.

Francisco Queiroz adiantou que os dados mais recentes apontam que a produção industrial já atingiu cerca de um terço da meta anual e que a produção industrial está perto dos 60 por cento, sugerindo que a meta anual poderá ser ultrapassada.

“Há um período do ano em que a produção é mais elevada e possivelmente podem entrar em funcionamento uma ou duas minas. Embora os diamantes não sejam de grande qualidade, podem contribuir para atingir esse objetivo”, enfatizou.

Francisco Queiroz participa na conferência dedicada ao tema “Criar valor partilhado através da mineração em África”, onde deu uma perspetiva dos planos do governo angolano para a exploração mineira.

Na intervenção de hoje, deu conta de três objetivos: “aumentar as receitas fiscais do Estado, diversificar a economia e exploração mineira que atualmente está muito concentrada no petróleo e diamantes e elevar as condições de vida das populações, em particular aquelas mais próximas dos projetos mineiros”.

Um dos projetos em curso que destacou foi o Plano Nacional de Geologia (Planageo), que vai fazer a caracterização do potencial geológico-mineiro do país para assim “atrair investimento e programar uma exploração sustentável dos recursos para as próximas décadas até aos próximos 100 anos”. (noticiasaominuto.com)

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