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PGR analisa falta de segurança no Metro de Lisboa

(Patrícia de Melo Moreira)
(Patrícia de Melo Moreira)

MP está a analisar falta de travões e admite averiguar desactivação de sprinklers

A Procuradoria-Geral da República já enviou para os serviços competentes do Ministério Público a informação revelada por uma investigação do i sobre a falta de travões de emergência no Metro de Lisboa. Fonte oficial confirma que “os elementos recolhidos foram remetidos ao Ministério Público competente na área criminal e na área administrativa com vista à ponderação de instauração de inquérito e/ou de outras providências judiciárias consideradas adequadas no âmbito das competências do MP”.

E a desactivação dos sprinklers pode também ser alvo de investigação. Confrontada a falta deste sistema de extinção de incêndio no Metro de Lisboa (ver texto ao lado), a PGR admitiu vir também a analisar o problema: “Todos os demais elementos que vierem a ser conhecidos serão, naturalmente, objecto de análise.”

Falta de travões de emergência O i noticiou no fim do mês passado que a falta dos freios electromagnéticos no Metro de Lisboa – uma situação que se verifica há dois anos – impossibilita travagens eficientes o que poderá pôr em causa a segurança da circulação. Fontes do sector ferroviário esclareceram nesse trabalho que se à saída do túnel, o maquinista tiver necessidade de imobilizar o comboio não conseguirá fazê-lo sem que três carruagens entrem na estação. Por outro lado, caso os sistemas de freios estivessem todos a funcionar, apenas uma entraria dado que a travagem seria muito mais rápida e eficiente.

Confrontada com informações recolhidas pelo i, a empresa admitiu que a desactivação do sistema de travagem acontecera há já dois anos. “Foi detectado em 2012 um problema mecânico resultante da fadiga dos materiais de suporte dos freios electromagnéticos, que constituem um dos vários sistemas de travagem instalados no material circulante”, referiu a empresa pública alegando que perante este cenário “decidiu imediatamente implementar medidas de mitigação do risco, tendo optado pela desactivação do freio em toda a frota”.

A empresa esclareceu ainda que a 45 km/h os comboios conseguem mesmo sem freios electromagnéticos “garantir a compatibilidade da infra-estrutura com o novo padrão de funcionamento.” (ionline.pt)

por Carlos Diogo Santos

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