InicioMundo LusófonoPortugalCaso Rosalina. Juíza considera que versão de Duarte Lima não está sustentada

Caso Rosalina. Juíza considera que versão de Duarte Lima não está sustentada

O interrogatório começou cerca das 10h30 tendo Duarte Lima pedido para fazer uma declaração inicial

(Foto: Manuel de Almeida- Lusa)
(Foto: Manuel de Almeida- Lusa)

Duarte Lima voltou hoje ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa para ser interrogado pela segunda vez no âmbito do processo relativo ao assassinato de Rosalina Ribeiro no Brasil.

Esta nova diligência surgiu após o Ministério Público junto do 5.o juízo do tribunal requerer à juíza que em Maio interrogou o ex-deputado do PSD – ao abrigo da carta rogatória brasileira – que fosse extraída uma certidão das declarações do arguido e entregue no DIAP de Lisboa para “averiguação da prática de crime fiscal e/ou abuso de confiança”.

O interrogatório começou cerca das 10h30 tendo Duarte Lima pedido para fazer uma declaração inicial.

Nessa declaração, descreveu o que considerou serem 5 mentiras em que a polícia brasileira se baseou para o acusar e que terão tido origem no depoimento de Olímpia Feteira.

No fim, a juíza considerou que houve saltos lógicos na sua declaração.

Após este momento, questionou-o sobre os 5 milhões que recebeu da sua cliente e, por mais que uma vez, referiu que a versão dos factos de Duarte Lima não apresenta sustentação objectiva.

A juíza Cláudia Pina questionou ainda Lima sobre o porquê de ter lavado o carro que alugou e onde transportara Rosalina, bem como se encontrava alguma justificação para que a viatura tivesse sido entregue sem o tapete do pendura. Sobre o telemóvel recarregável português que fez chamadas para a vítima momentos antes do encontro, o ex-deputado do PSD voltou a garantir que não era seu, apesar de a polícia ter descoberto que começava da mesma forma que um dos seus pessoais e terá sido comprado em Lisboa na mesma loja. O telemóvel que Lima nega ser seu só foi usado no Brasil e só fez chamadas para Rosalina. Foi desligado no dia do crime e nunca mais foi usado.

Duarte Lima respondeu ainda que não tinha explicação para o facto haver uma chamada do quarto de hotel de Belo Horizonte onde ficou para uma loja de armas: “Acho isso muito estranho”. (ionline.pt)

Siga-nos

0FansCurti
0SeguidoresSeguir
0InscritosSe inscrever

Últimas notícias

Notícias relacionadas

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário!
Digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.