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Passos Coelho espera “clima menos crispado” para encontrar medidas substitutivas

O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo decidiu pedir “uma clarificação” sobre o que “o que é possível fazer” fora do programa de assistência financeira visando encontrar medidas alternativas ao chumbo do Tribunal Constitucional num “clima menos crispado”.

(Foto: Lusa)
(Foto: Lusa)

“Não é porque o dinheiro não nos faça falta nas condições em que seria carreado para Portugal. Deve-se simplesmente ao facto de o custo para a recuperação da economia associado a um processo prolongado de maior negociação mediada entre `troika´ e Tribunal Constitucional fazer mais mal ao país e à recuperação da economia do que o que poderemos encontrar na nossa plena soberania”, afirmou Pedro Passos Coelho.

O primeiro-ministro intervinha no debate quinzenal no Parlamento, em resposta ao líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, que o tinha questionado sobre a opção do Governo em abdicar da última “tranche” do programa de assistência económica e financeira.

O primeiro-ministro defendeu que “todos os portugueses e instituições merecem uma clarificação quanto ao que é possível ou não é possível fazer” após a declaração de inconstitucionalidade do corte dos vencimentos dos funcionários públicos e quando estão em cima da mesa propostas para repor os cortes salariais que o ex-primeiro-ministro José Sócrates tinha apresentado para 2011, bem como uma proposta que visa a sustentabilidade da Segurança Social.

O primeiro-ministro disse que o Governo decidiu que pediria esta clarificação “fora do quadro de assistência económica e financeira”, referindo-se à carta que endereçou às instituições da `troika´ dando conta de que Portugal não tinha intenção de prolongar a assistência e que iria encontrar as “medidas de substituição adequadas” para “cumprir as metas” estipuladas.

“Iremos fazê-lo no contexto do semestre europeu e em contacto com a Comissão Europeia como compete a todos os governos da zona euro e da União Europeia. Iremos fazê-lo convencidos de que poderemos desta maneira encontrar um clima menos crispado para poder encontrar as soluções adequadas”, afirmou. (ionline.pt)

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