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Comandante da Marinha apela efectivos a protegerem recursos marinhos

O Comandante da Marinha de Guerra Angolana (MGA), almirante Augusto da Silva Cunha, apelou hoje, sexta-feira, em Luanda, aos efectivos do ramo a garantirem a segurança e protecção dos recursos marinhos da República de Angola.

Comandante da Marinha de Guerra Angolana, almirante Augusto da Silva (Foto: Vieira Aspirante)
Comandante da Marinha de Guerra Angolana, almirante Augusto da Silva (Foto: Vieira Aspirante)

O responsável deste ramo das Forças Armadas Angolanas fez essa referência quando discursava no início das actividades sócio-culturais e desportivas em celebração ao 38º aniversário da MGA que acontece a 10 de Julho, cujo acto central terá lugar na Base Naval da Marinha do Ambriz, município da província do Bengo.

Segundo o Almirante Augusto da Silva Cunha, no actual momento o combate aos fenómenos negativos registados no mar e em outras zonas ( tráfico de armas e drogas, imigração ilegal, pirataria marítima, pilhagem e terrorismo), “são  uma preocupação permanente na região austral e central de África e a MGA não pode estar alheia a esses males”.

Exortou a todo efectivo do marinha a empenhar-se e seguir o exemplo dos fundadores da Marinha e estudar com afinco a arte naval para garantir que a MGA se mantenha na vanguarda da defesa da soberania nacional.

De acordo com o dirigente militar, o slogan “MGA-Forte e Firme na Defesa das Águas Nacionais” deve servir de mola impulsionadora para todos os almirantes, oficiais, sargentos, praças e trabalhadores civis desenvolverem a sua actividade com empenho, dedicação, espírito de missão e disciplina, para o cumprimento das suas tarefas.

Testemunharam a cerimónia, oficiais generais, superiores, subalternos e sargentos, cadetes, praças e trabalhadores civis do ramo.

O 10 de Julho de 1976 ficou registado nos anais da Marinha de Guerra Angolana como a data em que o primeiro e já falecido Presidente António Agostinho Neto proferiu um discurso, no encerramento do curso de formação dos primeiros marinheiros angolanos, que aproveitando o espólio da Marinha de Guerra Portuguesa ( pós-colonização), começaram nesse mesmo dia a sulcar o mar da costa angolana. (poltalangop.co.ao)

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