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Iraque: Unesco alerta contra “crimes de guerra” sobre o património

O aumento da violência no Iraque pôs em perigo o património cultural do país, cuja destruição constitui um “crime de guerra”, declarou hoje a diretora da UNESCO, Irina Bokova.

(D.R)
(D.R)

“Apelo a todos que evitem toda a forma de destruição do património cultural, em especial nos locais religiosos”, escreveu a diretora da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) num comunicado, reagindo à ofensiva de insurgentes em curso no Iraque.

 “A destruição intencional é um crime de guerra e um golpe infligido à identidade e história do povo iraquiano”, afirmou Bokova, adiantando que “todos devem ser tidos como responsáveis pelos seus atos”.

A diretora na UNESCO apelou ainda “a todos os iraquianos a proteger o património cultural do seu país, que é um testemunho único da Humanidade, das origens da civilização e da coexistência interétnica e inter-religiosa”.

Numa semana os militantes do movimento Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), um grupo extremista muito ativo na Síria, que faz fronteira com o Iraque no sul, conseguiram controlar a segunda cidade iraquiana, Mossul, uma grande parte da província de Ninive, no norte, de Tikrit, também no norte, e de outros setores da província de Salah-ad-Din, Diyala, no este, e Kirkuk, no norte.

Esta crise envolve as três principais comunidades do país: os árabes xiitas e sunitas e os curdos, o que põe em perigo os locais religiosos.

O apelo de Bokova ocorre antes da reunião anual do comité do património mundial da UNESCO, marcada para 22 de junho em Doha, capital do Qatar, que irá decidir que monumentos irão fazer parte da lista de locais em perigo. (noticiasaominuto.com)

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