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Blair quer nova ofensiva militar do Ocidente no Iraque

(ionline.pt)
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A ofensiva dos sunitas dissidentes da Al-Qaeda preocupa Bagdad e leva mais de 300 mil iraquianos a fugir para as zonas controladas pelos curdos

O antigo primeiro-ministro britânico, Tony Blair, defendeu ontem uma nova intervenção militar no Iraque, pedindo aos líderes do Ocidente que reconheçam a necessidade de ter um papel mais activo no Médio Oriente. Blair respondeu, a quem o acusa de ter lançado a região no caos, garantindo que a actual situação no Iraque não está relacionada com a invasão de 2003. Em declarações à BBC, Tony Blair disse que “haveria um grande problema, mesmo sem a queda de Saddam Hussein”. O antigo líder britânico comparou a crise iraquiana com o que se passa na Síria, tendo dito que “podemos verificar o que acontece quando deixamos ficar um ditador no poder, tal como tem sucedido com Bashar al-Assad neste momento”. Por fim, Tony Blair pediu também uma intervenção na Síria para acabar com o conflito que dura há quase três anos.

As declarações de Blair sobre a invasão britânica e norte-americana em 2003 surgiram no mesmo dia em que se registaram várias movimentações militares em solo iraquiano.

De acordo com as agências internacionais, várias cidades foram reconquistadas aos rebeldes, mas as cidades de Tikrit e de Mosul continuam nas mãos dos rebeldes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS). Na cidade de Tal Afar, a oeste de Mosul, há registo de vários bombardeamentos em alguns bairros. Alguns residentes desta cidade garantem que o exército está a tentar entrar na cidade. Por outro lado, uma testemunha confidenciou à CNN que “Mosul caiu para a Al-Qaeda”.

Numa conferência de imprensa realizada ontem, o porta-voz do exército iraquiano, general Qasim Ata, confirmou que os militares mataram 279 rebeldes e que, a pouco e pouco, estão a ganhar terreno em várias zonas do país. As autoridades governamentais acrescentaram que os grupos rebeldes estão a utilizar armas que pertencem ao exército. Na Internet surgiram imagens de uma alegada execução de 1700 militares às mãos dos rebeldes do ISIS.

A luta que os militantes sunitas estão a travar com o objectivo de derrubar o primeiro- -ministro xiita, Nuri al-Maliki, está a provocar uma onda de refugiados que se têm deslocado para as montanhas do Curdistão. Milhares de pessoas estão a utilizar os seus meios de transporte para fugir das principais cidades iraquianas.

O primeiro-ministro iraquiano revelou, nos últimos dias, que centenas de cidadãos iraquianos manifestaram a vontade de combater contra os militantes do ISIS. Nouri al-Maliki disse que “O ISIS acredita que esta luta é o princípio do fim, mas nós afirmamos que este é o início da derrota deles por causa da determinação e vontade dos soldados e da maior parte da população iraquiana”, que é xiita.

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante pretende instalar um califado na região, que se estenderá desde o Iraque até ao norte da Síria, local onde o ISIS tem combatido as tropas leais a Bashar al-Assad. (ionline.pt)

por Francisco Castelo Branco

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1 COMENTÁRIO

  1. Os grandes responsáveis pelo caos no Iraque foi a invasão norte-americana e inglesa, foram eles que meteram-se em problemas alheios. Foram eles que provocaram a criação de grupos jihadistas na Siria e no Iraque. Então senhor Blair, cale-se pois vc é um dos vilões dessa história.

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