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Angola e Congo Brazaville garantem melhor segurança da fronteira comum

Cabinda – As autoridades angolanas e do Congo Brazaville para os assuntos de fronteiras decidiram sábado, na cidade de Dolisie/Niari, República do Congo Brazaville, a criação de mecanismos que vão dar maior segurança e controlo da fronteira comum marítima, fluvial e terrestre com a criação de duas subcomissões para este fim.

Joaquim do Espírito Santo - Diretor para África e Médio Oriente (Foto: Lucas Neto)
Joaquim do Espírito Santo – Diretor para África e Médio Oriente (Foto: Lucas Neto)

O director para África e Médio Oriente do Ministério das Relações Exteriores, Joaquim do Espírito Santo, que chefiou a delegação dos peritos da comissão mista de verificação de fronteiras entre Angola e Congo Brazaville, sublinhou que a reunião de Dolisie registou com satisfação a participação de todos sobretudo o engajamento demonstrado pelos técnicos.

“Fizemos um bom trabalho da nossa primeira reunião. Pensamos que o quadro já permite que as subcomissões de verificação de fronteiras, terrestre, fluvial e marítima, vão poder iniciar os trabalhos e corresponder com as orientações recebidas dos ministros das Relações Exteriores e dos Negócios Estrangeiros, dos nossos países na reunião de Cabinda, em Março deste ano”, disse.

Joaquim do Espírito Santo pediu aos técnicos das subcomissões a participação activa de todos na esperança da permanência do espírito de boa vizinhança e cooperação bilateral, com vista a contínua produção fraternal e cordial de outros encontros para que, “os nossos objectivos sejam alcançados num consenso mútuo e de cordialidade”.

A comissão de verificação de fronteiras, criada a 15 de Março deste ano em Cabinda, analisou neste seu primeiro encontro de Dolisie (Congo Brazaville) a avaliação do orçamento, a elaboração do cronograma, bem como a adopção de um regulamento interno da comissão, para além de acordarem em organizar missões conjuntas de visitas dos marcos de fronteiras no terreno e efectuar trabalhos cartográficos nas zonas fronteiriças comuns.

A troca de textos jurídicos e mapas cartográficos relativos a fronteira comum, herdados da época colonial, foram igualmente assuntos que mereceram atenção dos peritos para que haja melhor segurança e controlo dos marcos fronteiriços entre os dois países irmãos. (portalangop.co.ao)

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