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O ringue em que se tornou a Casa Branca. Biden quer entrar… Trump não deixa

Apesar de Joe Biden já estar a criar as bases para o novo Governo, Donald Trump continua firme na intenção de não querer dar esta eleição como terminada e mantém-se no ataque com uma série de processos nos tribunais, até agora sem sucesso. Esta manhã, The New York Times escreve que os elementos responsáveis pelas eleições nos respetivos Estados garantem que não há qualquer evidência de fraude ou outras irregularidades praticadas durante o ato eleitoral.

Em entrevistas diretas com o jornal norte-americano, estes responsáveis afirmam que o processo foi um enorme sucesso, apesar do elevado número de pessoas a votar e das complicações provocadas pelo novo coronavírus.

Frank LaRose, um republicano que exerce a função de secretário de Estado para o Ohio, chega mesmo a dizer que “há uma enorme capacidade humana para inventar coisas sobre as eleições que não são verdadeiras”.

Na mesma linha, Steve Simon, um democrata também com a função de Secretário de Estado, neste caso no Minnesota, garantiu ao NYT que “não tem conhecimento de um único caso onde alguém tenha discutido uma situação com um voto que não devia ter sido contado ou não contado que devia ter sido. Não houve qualquer fraude”, assegura.

Ao longo de todo o artigo, as afirmações são idênticas ou muito semelhantes em todos os Estados.

Até ao momento, as acusações do lado de Donald Trump sobre irregularidades não têm vingado. O último ataque está apontado ao Michigan onde pretendem impedir que o Estado certifique os resultados. O mesmo já fizeram na Pensilvânia e na Geórgia. Colégio Eleitoral vai nomear o próximo Presidente dos EUA no dia 14 de dezembro, de acordo com os resultados das eleições.

Especialistas contactados pela Reuters dizem que os processos que estão em curso terão pouca ou nenhuma hipótese de alterar o resultado das eleições a 3 de novembro.

De acordo com uma sondagem Reuters/Ipsos divulgada esta terça-feira, cerca de 80 por cento dos americanos dizem que Joe Biden é o vencedor por direito destas eleições.

O candidato democrata já está a construir a equipa que quer levar para a Casa Branca quando assumir o cargo a 20 de janeiro de 2021.

O Presidente Trump, para além das habituais mensagens no Twitter, tem estado bastante afastado dos holofotes.

Vários republicanos têm subido ao palco político nos últimos dias para defender o direito de Trump de exigir a recontagem dos votos, mas ao mesmo tempo começam a passar sinais de que a certa altura o Presidente terá que sair de cena.

Trump deve esta quarta-feira sair dos portões da Casa Branca. Vai colocar uma coroa de flores no Túmulo dos Desconhecidos, no cemitério nacional de Arlington, para marcar do Dia dos Veteranos. Vai ser a primeira aparição pública desde que falou em reação ao resultados das eleições na quinta-feira da semana passada.

Pouco visível, mas nos bastidores, Trump continua a não facilitar o processo. Diz a Reuters que a equipa de transição, como é costume nestas alturas, não consegue garantir espaços físicos em gabinetes do Governo federal ou obter fundos para contratar funcionários.

Outro sinal curioso da animosidade existente aconteceu quando o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que a transição seria pacífica para uma “segunda Administração Trump”.

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