- Publicidade-
InicioMundo LusófonoPortugalAlberto Martins "PS não se coliga a partidos da austeridade"

Alberto Martins “PS não se coliga a partidos da austeridade”

A viver, atualmente, uma grave crise na liderança do seu partido, Alberto Martins, líder parlamentar do PS, reitera o seu apoio a António José Seguro pela concretização dos objetivos programáticos e defende que o PS não deve coligar-se com nenhum partido da maioria, somente com a esquerda.

(D.R)
(D.R)

Numa altura em que António José Seguro e António Costa protagonizam um frente a frente pela liderança do partido socialista, Alberto Martins, líder parlamentar do partido, concedeu uma entrevista ao jornal i onde reforça o seu apoio a Seguro, “um apoio natural de quem integra a sua direção e está com um processo continuado, há três anos, de procura do crescimento do partido”.

A decisão só será conhecida a 28 de Setembro, altura em que se realizam as eleições primárias do partido. Eleições essas, que Alberto Martins considera serem “um ato de grande coragem política para a alteração do sistema político em Portugal” e cuja demora se deve ao facto de “de não de poderem abreviar os tempos políticos com pressas que não correspondem às necessidades”.

Quem não concorda com esta ideia, é grande parte do grupo parlamentar e da direção da bancada do PS que defende a realização de um congresso extraordinário e diretas. O ex-ministro da Justiça não concorda e salienta que todos devem ter “um grande sentido de responsabilidade” nesta altura, independentemente do candidato que mais apoiam.

Considerando que esta “Europa não é a Europa que nos serve”, Alberto Martins refere que a esquerda socialista da Europa foi “durante muito tempo complacente com os grandes grupos empresariais” e que a atual Europa é a de “um diretório mais obediente à especulação financeira do que à solidariedade entre Estados”.

Por isso, garante que em caso de vitória nas eleições o PS não vai coligar-se “com os partidos que suportaram o atual governo, que é responsável por uma política de austeridade e de empobrecimento”. Fica, assim, de parte uma possível ligação ao bloco central, e apenas há disponibilidade para “coligar-se com outro partidos de esquerda”, garante ao jornal i. (noticiasaominuto.com)

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Notícias relacionadas

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário!
Digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.