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Manuel Vicente chama atenção para combate aos vários fenómenos negativos na sub-região da CIRGL

O vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, chamou a atenção hoje, sexta-feira, em Luanda, dos países membros da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL) para a importância do combate ao tráfico de seres humanos e a imigração ilegal, a par do trabalho no sentido de pôr fim aos conflitos armados.

Reunião dos ministros da Defesa na Conferência Intrenacional para os Grandes Lagos (Foto: Lino Guimarães)
Reunião dos ministros da Defesa na Conferência Intrenacional para os Grandes Lagos (Foto: Lino Guimarães)

O vice-presidente da República, que falava na abertura da reunião ministerial da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), referiu-se à exploração ilícita e pilhagem de recursos naturais, à pirataria marítima e ao terrorismo, por constituírem factores de instabilidade no continente e obstáculos ao desenvolvimento.

Adiantou que, ao assumir a Presidência da CIRGL, em Janeiro do ano em curso, Angola passou a ter a honrosa responsabilidade de ajudar, com a sua modéstia experiência, na busca da tranquilidade para que esta parcela do continente africano deixe de ser palco de conflitos e de guerras, e se vire para o crescimento económico e social.

Nesta perspectiva, salientou que os conflitos na República Centro Africana (RCA), no Sudão do Sul e o processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo continuam a ser preocupações comuns e, por isso, objectivo da prioridade dos estados membros para que se possa alcançar a normalidade institucional.

Fazendo uma análise exaustiva da evolução da situação no Leste da RDC, manifestou o seu reconhecimento pelo facto de, após a retirada do M-23 do cenário da guerra, serem notórias melhorias significativas em termos de controlo da soberania deste país.

Para o vice-presidente, este facto impulsionou as forças armadas da RDC a continuarem a trabalhar com a Missão de Manutenção de Paz.

Manuel Vicente salientou que este esforço levou, muito recentemente, à rendição e à deposição das armas por parte das chamadas Forças Democráticas de Libertação do Ruanda, nas localidades de Baleusa (Kivu Norte) e de Lubumba (Kivu Sul).

Segundo o vice-presidente, estas vitórias apontam para um desfecho positivo da situação naquela parcela do território congolês, fruto dos esforços empreendidos pelo Governo e Forças Armadas da RDC, Nações Unidas, através da MONUSCO, União Africana, Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos e da SADC.

Por esta razão, Manuel Vicente felicitou os países que integram a brigada de Intervenção que, com as FARDC e a MONUSCO, continuam a combater as forças negativas.

Encorajou ainda todos aqueles que, nas hostes da rebelião tomaram  consciência da necessidade da paz e da observância do princípio do diálogo para a resolução dos conflitos.

A VI reunião deste Comité de Ministros, cujo termino está previsto ainda para hoje, tem, entre outros, o objectivo primordial de analisar as deliberações saídas do encontro do Comité de Chefes de Estado Maior General, bem como avaliar a situação geral da região, em particular a dos países onde se desenrolam alguns combates, para posteriormente estudarem algumas soluções (portalangop.co.ao)

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