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Justiça investiga enriquecimento ilícito de Jean-Marie Le Pen

Entre 2004 e 2009, o presidente honorário da Frente Nacional enriqueceu 1,1 milhão de euros

(D.R)
(D.R)

Foi aberta uma investigação judicial ao património do antigo líder e fundador da Frente Nacional (FN), Jean-Marie Le Pen. Em causa está um súbito enriquecimento, de cerca de 1,1 milhão de euros, do político francês de extrema-direita. O caso foi revelado pelo site de informação Mediapart.

O pai da actual líder parece apostado em causar engulhos a Marine Le Pen. Depois de um conjunto de intervenções racistas e anti–semitas, a última das quais pedindo para mandarem para o forno crematório um artista judeu, chega a vez de a justiça o investigar pelo alegado crime de enriquecimento ilícito.

A comissão para a transparência financeira da vida política abriu em 2013 um inquérito preliminar sobre o seu património. Segundo o Mediapart, em causa estava um enriquecimento ilícito de cerca de 1 127 000 euros. A comissão que inventaria as declarações de património dos políticos comparou a declaração de 2009 com a de 2004, no início do seu mandato, e ficou impressionada com a amplitude do seu enriquecimento, nomeadamente nos investimentos na empresa Sicav, tendo em conta os rendimentos declarados.

Jean-Marie Le Pen tentou justificar o acontecido com uma série explicações para as quais não apresentou nenhuma prova. “A comissão colocou-me questões. Eu respondi-lhes. E eles garantiram-me que as minhas explicações eram suficientes”, declarou o antigo líder da FN. Mas parece que a justiça, que agora abriu uma investigação judicial ao tomar conhecimento do sucedido, considera duvidosas as explicações do patriarca Le Pen. O investigado não juntou nenhum documento comprovativo das supostas receitas, nomeadamente que comprovassem a afirmação de que a FN lhe tinha perdoado uma dívida de 198 mil euros que lhe tinha emprestado para pagar uma condenação judicial, por ter afirmado que “as câmaras de gás, nos campos de concentração, eram um pequeno detalhe na história da Segunda Guerra Mundial”. (ionline.pt)

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