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Interação apontada como vantagens do projecto CPLP nas Escolas

A troca de informação e de experiência entre os jovens estudantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) propiciará um conhecimento profundo dos membros da comunidade foi apontada hoje, quinta-feira, pelos directores pedagógicos das duas instituições escolares selecionadas, como a principal vantagem do programa CPLP na Escolas.

Logotipo da CPLP. (Foto: ANGOP)
Logotipo da CPLP. (Foto: ANGOP)

Messias dos Santos e Zayana Faustino, respectivamente do Njinga Mbande e I de Maio, que falavam à Angop sobre a formação para a implementação do programa, disseram que estão a receber formação para, através da tecnologia de informação, transmitir aos alunos o que é de facto a CPLP.

Para Zayana Faustino, o assunto é de facto pertinente, essencialmente porque permitirá o contacto entre estudantes de 8 países da comunidade.

Por sua vez, Messias dos Santos, disse ser  realmente importante  que as pessoas saibam a fundo o que é a CPLP, a partir da formação  os professores vão ensinar as crianças de que Angola não é único país de expressão portuguesa.

“As crianças vão puder até analisar e conhecer as várias variantes da língua, pois o português que se fala em Angola não é igual a de outros países”, disse.

Com o intercâmbio, disse,  entre estudantes de várias comunidades vão aprofundar  e aperfeiçoar não só as questões internas dos países, mas também a língua.

Por  outro lado, passarão a conhecer as riquezas dos países, o que produzem, saber sobre a fauna e a flora, aumentando assim o sua cultura geral.

“Através do Chat as crianças de países diferentes vão interagir com trabalhos escolares”, frisou.

O programa CPLP nas Escolas é um projecto de bandeira da comunidade que pretende levar às gerações mais jovens alguns aspectos relevantes dos países lusófonos.

Criada em 1992 e abrangendo os oito países de língua oficial portuguesa, a comunidade é ainda pouco conhecida pelas populações dos estados membros, algo que o programa anunciado pretende combater.

A ideia surgiu em 2009 para responder a constatação de que nos níveis escolares havia ainda um relativo desconhecimento sobre a CPLP.

Há aspectos que unem a CPLP, mas também há os que afastam e o que se pretende é que cada escola envolvida transmita o que é a sua realidade específica, sempre numa lógica de educação para a cidadania e para o desenvolvimento.

A formação, que conta com a participação de 14 professores e 2 técnicos, tem encerramento previsto para sexta-feira. (portalangop.co.ao)

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