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Embaixadora do Brasil aponta possibilidades de apoio ao desenvolvimento do futebol em Angola

Maria Reis - Embaixadora brasileira em Angola (Foto: Edilson Domingos)
Maria Reis – Embaixadora brasileira em Angola (Foto: Edilson Domingos)

A embaixadora da República Federativa do Brasil em Angola, Maria Reis, anunciou hoje, em Luanda, a possibilidade de conceber políticas de apoio ao desenvolvimento do futebol no país.

Ao falar sobre o Campeonato do Mundo de futebol, que o Brasil vai realizar de 12 de Junho a 13 de Julho, a diplomata, que lamentou a ausência de Angola, depois de 2006, na Alemanha, referiu que a presença na abertura do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, simboliza os laços de amizade e relações entre as duas Nações.

“Só temos a lamentar o facto de Angola não se ter qualificado para este campeonato, mas vamos conceber políticas de apoio ao futebol em Angola, talvez com acções de formação que se vão poder basear no envio de adolescentes às grandes academias brasileiras para que o futuro venha a ser melhor”, disse na edição de hoje do Jornal dos Desportos (JD).

Acrescentou que aceitação do convite da Presidente Dilma Russeff, por parte do seu homólogo angolano, se trata de um gesto de grande dimensão política. Pois, como é do domínio geral existem entre Angola e o Brasil fortes laços políticos, históricos e culturais que a história não pode ocultar.

Quanto ao acompanhamento dos jogos, afirmou que será mesmo a partir de Luanda, em função das obrigações da embaixada, acreditando nas potencialidades da selecção do seu país, que como anfitrião é o principal candidato, que deverá manter algumas cautelas, para não ser surpreendido pelos adversários.

“Lamentavelmente as obrigações da embaixada não me vão permitir viajar para o Brasil. Mas penso que não faz grande diferença estar cá ou lá. Bem gostava de lá estar, sobretudo porque acompanhei o presidente Lula da Silva a Zurique quando a FIFA confirmou o Brasil como organizador do Campeonato do Mundo 2014. Mas estou cá e a partir daqui mesmo vou poder transmitir o meu calor à selecção brasileira”, frisou.

O jogo de abertura entre o Brasil e a Croácia, que poderá determinar a empatia do público, os benefícios para o seu país com a organização do Mundial, 64 anos depois de o ter feito pela primeira vez, entre outros, também mereceram referências por parte de Maria Reis.

“Penso que significa muita coisa. A começar pela projecção turística do pais, até à construção de excelentes e imponentes infra-estruturas desportivas, passando igualmente pela promoção da sua imagem a nível internacional. São inúmeros os ganhos se partirmos do princípio de que foram construídos vários estádios e outras estruturas auxiliares como vias rodoviárias, hospitais e hotéis. Por outro, a Presidente Dilma Russeff quer e espera fazer deste campeonato um símbolo de luta contra a segregação racial”, explicou. (portalangop.co.ao)

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