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Sindicatos guineenses criticam o governo de transição

O primeiro-ministro guineense de transição Rui Duarte Barros (ALFA BA / AFP)
O primeiro-ministro guineense de transição Rui Duarte Barros
(ALFA BA / AFP)

A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau deu hoje “cartão vermelho” ao desempenho do governo de transição por deixar seis meses de salários por pagar aos funcionários públicos.

A União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (UNTG), na pessoa do seu secretário-geral Estevão Có, teceu, esta quarta-feira, duras críticas na hora de estabelecer, em conferância de imprensa, um balanço dos dois anos do governo guineense de transição liderado por Rui Duarte Barros.

O líder da UNTG lembrou que pagar salários não constitui “um favor” mas “um dever sagrado”. Para o secretário-geral da UNTG, o descontentamento dos trabalhadores foi evidente através de “sucessivas ondas de greves” em vários sectores da economia.

Mais pormenores com Mussá Baldé, o nosso correspondente em Bissau. (rfi.fr)

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