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Portugal: Droga, prostituição e contrabando vão ter impacto positivo de 0,4% no PIB

(ionline.pt)
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As actividades ilegais representam 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) português, de acordo com a melhor estimativa divulgada hoje por fonte do INE (Instituto Nacional de Estatística).

Esta estimativa, que representa 676 milhões de euros com base no produto previsto para este ano, resulta de um trabalho mais exaustivo de apuramento do rendimento nacional bruto e cobre a margem gerada pelo tráfico de droga, prostituição e contrabando.

Em linha com orientações do organismo europeu de estatística Eurostat, o PIB passará a incluir a partir de Setembro deste ano a estimativa sobre a margem gerada por estas actividades e que terá um efeito positivo de 0,4%, segundo foi explicado hoje por responsáveis do INE numa apresentação sobre o impacto da adopção das novas contas nacionais.

Este número resulta de um conjunto de simulações, convenções e hipóteses que procuram medir a margem gerada por estes negócios, que corresponde ao seu valor acrescentado bruto. No caso da droga por exemplo, fica excluído o custo de aquisição da matéria-prima que é importada.

Estes princípios e metodologia, que foram objecto de consensualização a nível europeu, procuraram avaliar o número de clientes ou consumidores no caso da droga, prevalência de e hábitos de consumo, preços, entre outros factores, tendo por base estudos e relatórios nacionais e internacionais.

Parte da receita gerada por estas actividades já estava reflectida no PIB, designadamente através do consumo de bens e serviços por parte de pessoas cujos rendimentos resultam das actividades ilegais.

Economia não observada vale 13% do PIB

Outros rendimentos de actividades ilegais, como os gerados pela evasão fiscal, estavam já contabilizados nas estatísticas da economia não observada que, de acordo com dados avançados por responsáveis do INE, vale cerca de 13% do Produto Interno Bruto (PIB)

Este número não inclui apenas as receitas de actividades ilegais ou o impacto da evasão fiscal, mas também rendas não têm de ser declaradas e que não são necessariamente ilegais. (ionline.pt)

por Ana Suspiro

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