InicioAngolaOpositores pedem liberdade de Leopoldo López na Venezuela

Opositores pedem liberdade de Leopoldo López na Venezuela

Cartaz dizendo "Libertem Leopoldo" acompanham a foto do opositor Leopoldo Lopez em Caracas, nesta quarta-feira, 4 de junho de 2014. (REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)
Cartaz dizendo “Libertem Leopoldo” acompanham a foto do opositor Leopoldo Lopez em Caracas, nesta quarta-feira, 4 de junho de 2014.
(REUTERS/Carlos Garcia Rawlins)

Cerca de 500 pessoas protestaram neste domingo em Caracas, pedindo a libertação do líder da oposição venezuelana, Leopoldo López, acusado de incitar a violência durante a recente onda de protestos contra o governo, que já deixou 42 mortos.

A manifestação ocorreu sob o lema “La Salida [movimento liderado por López] é constitucional”, em referência à estratégia do opositor, preso desde 18 de fevereiro, para pedir a renúncia do presidente Nicolás Maduro, pressionado por protestos classificados por ele de “tentativa de golpe de estado”.

“Somos todos Leopoldo, não nos deixem sem apoio” ou “Liberdade para os inocentes presos pelo regime” eram algumas das frases escritas em cartazes levados pelos manifestantes, que vestiam branco e levavam bandeiras da Venezuela.

“Nosso objectivo é conseguir, o quanto antes, eleições presidenciais adiantadas com um conselho eleitoral confiável (…) Nem assassinato, nem golpe de estado, renuncia, Maduro!”, disse a ex-deputada María Corina Machado, investigada por um suposto plano de assassinato contra o presidente.

Machado é outra figura à frente do movimento “La Salida”, lema usado por López em 12 de fevereiro numa gigantesca manifestação em Caracas, que horas depois terminou com a morte de três pessoas.

A manifestação começou na praça Brión, onde López se entregou à justiça em 18 de fevereiro diante de uma plateia de milhares de simpatizantes. Desta vez, o protesto não conseguiu lotar o local.

Mais protestos foram realizados em outras áreas da Venezuela, como Valência (norte) e San Cristóbal (oeste).

Os protestos da oposição iniciados em fevereiro para criticar uma inflação anual próxima de 60%, a falta de produtos básicos – como papel higiénico, açúcar, farinha ou leite – e a violência que provoca em média 65 mortes por dia na Venezuela, diminuíram de intensidade e se tornaram esporádicos. (afp.com)

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