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Huambo: Sublinhado contributo do sector privado na formação de quadros

As iniciativas do sector privado viradas para a formação académica, profissional e moral dos cidadãos são bem vistas pelo Governo e também pela população, tendo em conta as vantagens que trazem ao desenvolvimento económico e social.

VICE-GOVERNADOR PARA O SECTOR ECONOMICO, FRANCISCO FATO (Foto: Edilson Domingos)
VICE-GOVERNADOR PARA O SECTOR ECONOMICO, FRANCISCO FATO (Foto: Edilson Domingos)

A afirmação é do vice-governador para o sector económico do Huambo, Francisco Fato, quando falava no acto comemorativo ao  terceiro aniversário do Instituto Superior Politécnico de Humanidade e Tecnologias “ISUPE-Ekuikui II”, assinalado hoje.

Afirmou que a formação académica e profissional do homem permite a criação de uma sociedade assente na igualdade de oportunidades para todos os cidadãos preocupados com o desenvolvimento humano e justiça social, tendo como “pano do fundo” a estabilidade política e social, daí a necessidade de todos os actores da sociedade serem chamados a prestarem o seu contributo da instrução de quadros.

Considerou que o modelo de desenvolvimento sustentável do país, e da província do Huambo em particular, tem de ser o garante do equilíbrio da qualidade de vida dos cidadãos e do aumento da oferta de trabalho, assente no respeito pela natureza e liberdades democráticas, mas sem se esquecer da formação académica e profissional do homem para responder os desafios actuais e futuros.

Este objectivo, segundo Francisco Fato, visa alcançar uma sociedade de conhecimento, moderna e aberta ao exterior, dando possibilidade de maior intervenção do sector privado e da concorrência de mercado, para que as acções de combate à pobreza, fome e ao analfabetismo levadas acabo pelo Governo atinjam o êxito almejado.

“Queremos encorajar os professores e estudantes a interiorizarem os seus deveres e obrigações, pautando, desta maneira, pelo brilho académico, disciplina, responsabilidade profissional e na prática dos valores morais e cívicos que contribuem directamente para a conservação do património escolar”, concluiu.

O ISUPE, implementado na província do Huambo em 2011, é a primeira  instituição de ensino superior privado na região. Conta no presente ano académico com quatro mil estudantes nos cursos de licenciatura em Direito, Enfermagem, Psicologia, Serviços Sociais, Ciências da Educação, Comunicação aplicada – Marketing, Publicidade e Relações Públicas, Contabilidade e administração, Informática de Gestão, Engenharia Informática, Educação Física e Desporto, bem como  Engenharia Civil.

A sua actividade é assegurando por 150 trabalhadores, sendo 96 docentes entre nacionais e estrangeiros. (portalangop.co.ao)

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