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Metro de Lisboa. PGR pode investigar falta de segurança

(António Pedro Santos)
(António Pedro Santos)

Desde 2012 que o metro está a circular sem travões de emergência. Após uma investigação do i, o MP pondera abrir um inquérito

A Procuradoria Geral da República (PGR) está a ponderar abrir uma investigação à falta de freios electromagnéticos em toda a frota do Metro de Lisboa. A notícia de que os comboios desta empresa pública estão há dois anos sem travões de emergência foi avançada na última semana pelo i. Esse foi aliás o motivo que levou à redução da velocidade em toda a rede do metropolitano de 60 para 45 km/h.

Oficialmente, a PGR esclarece que “o Ministério Público [se encontra] a acompanhar esta situação, nomeadamente as notícias vindas a público, com a finalidade de apurar a necessidade de tomar providências no âmbito das suas competências.”

Segundo a investigação do i , a falta deste sistema de frenagem impossibilita travagens eficientes o que poderá por em causa a segurança da circulação. Fontes do sector ferroviário esclarecem mesmo que se à saída do túnel, o maquinista tiver necessidade de imobilizar o comboio não conseguirá fazê-lo sem que três carruagens entrem na estação. Por outro lado, caso os sistemas de freios estivessem todos a funcionar, apenas uma entraria dado que a travagem seria muito mais rápida e eficiente.

Confrontada com informações recolhidas pelo i, a empresa admitiu que a desactivação do sistema de travagem acontecera há já dois anos. “Foi detectado em 2012 um problema mecânico resultante da fadiga dos materiais de suporte dos freios electromagnéticos, que constituem um dos vários sistemas de travagem instalados no material circulante”, referiu a empresa pública alegando que perante este cenário “decidiu imediatamente implementar medidas de mitigação do risco, tendo optado pela desactivação do freio em toda a frota”.

A empresa esclarece ainda que a 45 km/h os comboios conseguem apenas com os sistemas existentes “garantir a compatibilidade da infra-estrutura com o novo padrão de funcionamento.”

Solução dentro de meses Ainda que a empresa tenha insistido que a segurança dos passageiros não está em causa com a desactivação destes travões, assegurou que tudo será resolvido com a máxima brevidade. Adiantou mesmo ao i que no segundo semestre deste ano será feita a reactivação do funcionamento dos freios electromagnéticos.

Segundo fonte oficial da empresa disse na altura, os freios electromagnéticos não são travões de emergência, uma informação que é contrariada por vários especialistas do sector e pelo próprio site do Metro de Lisboa.

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) foi questionado pelo i sobre esta situação não tendo respondido até à publicação do trabalho. Assim que foi tornada publica a falta de travões, emitiu um comunicado admitindo ter conhecimento da inexistência destas anomalia num dos sistemas de frenagem.

Segundo o IMT explicou no seu site “as medidas que a empresa está a desenvolver para repor as condições originais de funcionamento do material circulante estão a ser atentamente acompanhadas”. Assegura mesmo que a falta dos travões não põem em causa a normal circulação. (ionline.pt)

por Carlos Diogo Santos

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