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Republicanos acusam Obama de violar lei na troca de soldado raptado

Congressistas republicanos dos Estados Unidos questionaram a troca de cinco dirigentes talibãs por um militar norte-americano sequestrado no Afeganistão, chegando a acusar o Presidente Barack Obama de violar a lei.

Bowe Bergdahl (jn.pt)
Bowe Bergdahl (jn.pt)

Vários republicanos da oposição emitiram declarações de boas-vindas à libertação, no sábado, do sargento norte-americano Bowe Bergdahl, noticia, este domingo, a agência France Presse, ressalvando que vários republicanos estão também a alertar para o perigo de a troca de “terroristas” detidos em Guantánamo encorajar mais sequestros de soldados norte-americanos.

Um sargento norte-americano detido durante quase cinco anos no Afeganistão, que se saiba o único militar dos EUA que estava sequestrado naquele país, foi trocado este sábado por cinco destacados dirigentes talibãs afegãos que estavam na prisão de Guantánamo, após meses de negociações indiretas mediadas pelo Qatar.

Mike Rogers, presidente da “House Intelligence Committe”, órgão do Congresso que fiscaliza os serviços secretos dos EUA, disse estar “satisfeito com a libertação do sargento Bergdahl e com o seu regresso à família, mas mostrou-se ” extremamente preocupado” que as autoridades americanas tenham “negociado com terroristas” o acordo de troca, uma decisão que teme poder ameaçar a vida dos soldados norte-americanos nos próximos anos.

O senador republicano John McCain exigiu saber que medidas estavam a ser tomadas para “garantir que esses extremistas talibãs cruéis e violentos nunca voltem a lutar contra os Estados Unidos e seus parceiros”.

O líder da maioria no Senado, Harry Reid, um democrata, felicitou Barack Obama por “tomar medidas decisivas” para alcançar o acordo e defendeu que o Presidente norte-americano “reconheceu” que tem a “obrigação de tomar as medidas possíveis para proteger e defender os homens e mulheres do país”. (jn.pt)

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