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Bié: Administradora do Cuemba quer maior vigilância sobre linhas férreas

Cuemba – A administradora municipal do Cuemba, Laurinda Capocolola, apelou à população no sentido de reforçar a vigilância sobre o caminho-de-ferro, visando evitar a sua destruição e perigos que possam cortar a circulação do comboio e pôr em risco a vida dos passageiros.

(Foto: Angop)
(Foto: Angop)

Em declarações hoje à Angop, a responsável sublinhou que indivíduos não identificados persistem com actos de vandalismo, retirando os parafusos do caminho-de-ferro.

” Os infractores ao praticarem esse tipo de acções esquecem-se dos prejuízos que podem provocar à sociedade”, alertou.

Convidou as autoridades tradicionais e população no geral, no sentido de denunciar junto dos órgãos de defesa e segurança e de justiça, as pessoas que praticam esse tipo de acções  e que continuam a danificar bens públicos.

A circulação do comboio, frisou Laurinda Capocolola, está a contribuir para o desenvolvimento socioeconómico, através da facilidade na transportação de pessoas e mercadorias.

O município tem uma população de 70 mil e 956 habitantes, maioritariamente camponesa.  Administrativamente está subdividido em quatro comunas, dois centros administrativos, 20 embalas e 212 aldeias.

Na província do Bié, a linha férrea tem um percurso estimado em 393 quilómetros, passando pelos municípios de Chinguar, Cunhinga, Catabola, Camacupa, Cuemba até à comuna do Munhango, fronteira com a província do Moxico.

A região beneficiou de 13 estações reabilitadas nas localidades do Chinguar, Cutato, Capeio, Cunhinga, Cunje (a maior e principal estação do Bié), Chipeta, Catabola, Camacupa, Kwanza, Cueli, Cuiva, Cuemba e Munhango.

Durante o trabalho de modernização e construção de infra- estruturas do Caminho de Ferro de Benguela (CFB), um percurso de  mil e 347 quilómetros, do Lobito ao Luau,  foram construídas e reabilitadas 104 estações na ligação Benguela/Huambo/Bié e Moxico.

As obras de reabilitação e modernização do CFB começaram em 2008, visou facilitar a circulação de pessoas e bens, sobretudo o escoamento de produtos do meio rural para o litoral e criar oportunidades de negócios e emprego.

A circulação ferroviária entre Benguela, Huambo e Bié ficou interrompida durante 34 anos devido ao conflito armado que assolou o país. (portalangop.co.ao)

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