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Município de Cambambe vai contar com duas novas indústrias têxteis

Cidade do Dondo, Kuanza Norte. Foto DR
Cidade do Dondo, Kuanza Norte.
Foto DR

Dondo – O município de Cambambe, província do Cuanza Norte, vai contar até 2015 com duas novas indústrias têxteis, cujas infra-estruturas serão construídas na cidade do Dondo, no âmbito de um investimento privado japonês.

De acordo com o administrador municipal de Cambambe, Francisco Manuel Diogo, em declarações à Angop, as novas unidades fabris estarão vocacionadas na produção de tecidos, confecção de vestuários e outros produtos.

O projecto teve o seu início em Junho último, com a demolição do edifício da antiga fábrica de tecidos “Satec”, sobre o qual serão edificadas as novas unidades fabris equipadas com tecnologia de ponta e que vão proporcionar cerca de mil e 500 postos de trabalho directo.

Afirmou, sem precisar o valor do investimento, que o surgimento destas fábricas visa estimular a reactivação do parque industrial do Dondo, que já foi considerado o quarto do país, até finais da década de 80.

A par deste investimento, Francisco Diogo esclareceu que serão ainda construídas no município de Cambambe duas outras unidades fabris do ramo agro-industrial, cujo arranque das obras está previsto para este ano, numa iniciativa do grupo empresarial “Génios Angola”.

Precisou que o município dispõe ainda de uma reserva fundiária, constituída por mais de 200 hectares, destinada a edificação de cerca de 70 indústrias diversas, no âmbito de um programa de reindustrialização do Executivo angolano recentemente aprovado pelo Conselho de Ministros que cria os pólos industriais de Cambambe e Lucala.

Todos estes investimentos, segundo adiantou, visam transformar o município de Cambambe em pólo de desenvolvimento industrial, facto que vai contribuir para a redução significativa do desemprego na circunscrição.

A antiga fábrica de tecidos “Satec” faz parte do conjunto de indústrias que o município detinha, a par das empresas de Vinho Vinelo” a sociedade algodoeira do Ambriz, a de produção de materiais de construção (pré-blocos), o aproveitamento hidroeléctrico de Cambambe, a cervejeira EKA, construídas durante o período colonial.

Deste conjunto, apenas o aproveitamento hidroeléctrico de Cambambe e a cervejeira EKA laboram a cem porcento, enquanto as demais ficaram inactivas fruto do conflito armada que devastou o país. (portalangop.co.ao)

 

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