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Moçambique: Veteranos prometem mais manifestações

36C5E130-5275-4D65-B8B8-0363717DF5B2_w640_r1_sO vice-ministro moçambicano do Interior, José Mandra, justificou a acção policial contra um grupo de veteranos que se manifestavam em Maputo dizendo que as suas reivindicações “não são legítimas”.

Mandra considerou que as reivindicações dos ex-combatentes não são legítimas e sempre que for necessário, a polícia poderá mesmo recorrer a outras medidas mais contundentes para reprimir as manifestações.

“A polícia teve sim de actuar da maneira como actuou e outras medidas drásticas podem ser tomadas. Não se pode banalizar um estado, um governo”, disse o vice-ministro instado a comentar sobre a carga policial, que recorreu a gáz lacrimogénio, jactos de água e balas de borracha para reprimir a manifestação dos ex-combatentes.

Enquanto isso, o Fórum dos Desmobilizados de Guerra de Moçambique promete voltar novamente à rua, na próxima terça-feira para mais uma manifestação de exigência do aumento do valor de pensões disse o porta-voz do grupo, Constantino Wiliamo.

Segundo disse, numa conferência de imprensa em Maputo, os desmobilizados vão recorrer a todos os meios ao seu alcance até atingirem os seus objectivos.

Apesar da quase certa nova repressão policial o grupo diz que não vai recuar e promete ir até as últimas consequências.

“Nós havemos de ir assim mesmo, indefesos, sem pedras, sem paus e do mesmo jeito que fui treinado e jurei morrer pelo cano do inimigo, agora posso jurar morrer pelo cano da polícia da Frelimo” disse Wiliamo.

A fonte justificou a escolha de terça-feira para mais uma manifestação pelo facto de ser o dia das sessões das reuniões do Conselho de Ministros e ser, por isso, uma data propícia para “o governo ouvir o nosso grito”.

Os ex-combatentes repudiaram a resposta policial a sua manifestação e também as declarações do vice-ministro da defesa, José Mandra, que justificou a acção policial como tendo sido necessária.

O porta-voz dos desmobilizados confirmou também que esteve detido durante cerca de 24 horas, tendo sido solto a meio da manhã de ontem.

Disse desconhecer as razões da sua detenção e que, na hora da soltura ,apenas lhe abriram as portas e lhe foi dito para se ir embora.

(voaportugues.com)

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