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Executivo reiterou mais empenho no desenvolvimento sustentável

20130227103046autoridadessO Ministério do Ambiente anunciou, em comunicado, que vai incrementar, num período de quatro anos, um projecto para suportar os riscos de desastres da bacia do rio Cuvelai. Trata-se do projecto de Promoção do Desenvolvimento Resistente ao Clima e Reforço da Capacidade de Adaptação, avaliado em mais de 28 milhões de dólares (2.800 milhões de kwanzas).
O documento informa que o projecto é implementado no âmbito dos programas de desenvolvimento sustentável do Executivo e das prioridades definidas pelo Chefe do Executivo no programa do Ministério do Ambiente.
O projecto visa reforçar o conhecimento e a compreensão da variabilidade climática e das ameaças induzidas pelas alterações climáticas, além de responder às condições meteorológicas adversas e à promoção de acções de adaptação às alterações climáticas, no quadro da implementação da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas.
A materialização do projecto é liderada pelo Ministério do Ambiente em parceria com os ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Energia e Águas, do Governo da província do Cunene e dos Serviços de Protecção Civil.

Execução

Com a implementação do projecto, vão ser criadas as condições para o reforço da capacidade de adaptação das comunidades afectadas.
O documento faz referência também ao reforço do Sistema Nacional de Áreas Protegidas, incluído no Plano Estratégico das Alterações Climáticas, e ao Projecto Nacional da Biodiversidade para a conservação do Parque Nacional do Iona, que vai ser implementado num período de cinco anos, repartido em três componentes, a primeira das quais já em curso, que é a reabilitação do parque, avaliada em cinco milhões de dólares (cerca de 500 milhões de kwanzas).
A segunda componente, com 2,1 milhões de dólares (210 milhões de kwanzas), vai permitir o reforço da capacidade institucional na gestão das áreas protegidas e a terceira, avaliada em 1,1 milhão de dólares (110 milhões de kwanzas), contempla a gestão e coordenação do próprio projecto, que tem financiamento de Angola, da União Europeia, do PNUD e do Fundo Global do Ambiente.
O Estado angolano vai disponibilizar três milhões de dólares (300 milhões de kwanzas), o PNUD 1,1 milhão de dólares (110 milhões de kwanzas), a União Europeia 5,2 milhões de dólares (520 milhões de kwanzas) e o Fundo Global do Ambiente dois milhões de dólares (200 milhões de kwanzas). Para a gestão das áreas protegidas, o Ministério do Ambiente prevê a criação de um sistema operacional no Departamento de Áreas de Conservação (INBAC), onde vai ser desenvolvida uma estrutura funcional, com pessoal qualificado. Com os projectos de Promoção do Desenvolvimento Resistente ao Clima e Reforço da Capacidade de Adaptação e de Conservação do Parque Nacional do Iona, o maior de Angola, com uma extensão de 15.150 quilómetros quadrados, o Ministério do Ambiente vai reforçar o engajamento do Executivo na materialização das políticas e programas de desenvolvimento sustentável.

(jornaldeangola.com)

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