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CASA-CE considera insuficientes os 2,3 por cento do orçamento nacional previstos para Malanje

64E43853-694C-4896-B36E-57FC9F89B2CC_w640_r1_s_cx0_cy6_cw0O secretário-executivo nacional da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Leonel Gomes afirmou na conferência provincial daquela formação política em Malanje que a verba para esta região no Orçamento Geral do Estado (OGE) referente a 2013 é irrisória.

O político questionou-se se o montante vai suprir com as dificuldades para colocar a Malanje na plataforma do desenvolvimento.

“Do pacote global de 100 por cento de alocação de verbas para a cobertura das despesas necessárias ao desenvolvimento desta província, que jogou um papel impar na luta de libertação nacional e que infelizmente, por razões que não nos interessam escalpelizar aqui está a ser tida como marginal aos interesses nacionais no que toca a melhor redistribuição da riqueza nacional”, acrescentando “esta província fica apenas com 2,3 por cento de todo bolo”.

“Não sei se vai ser o bastante para cumprir com o pagamento de salários aos trabalhadores da nossa província”, interrogou-se.

Apenas a província de Luanda vai consumir cerca de 88 por cento do OGE, recordou o responsável que se mostra preocupado com o futuro dos angolanos nas outras circunscrições do país que votaram no partido maioritário.

“Não é preciso eu dizer muito mais para todos nós percebermos o que é que vai sobrar para as restantes províncias, miséria”, respondeu, mas continuou dizendo “e com miséria não haverá nunca desenvolvimento e com miséria não haverá nunca desenvolvimento, não haverá nunca a satisfação integral das nossas necessidades, não haverá nunca o fim das assimetrias regionais que infelizmente ainda grassam o nosso país”.

Na conferência onde os participantes elegeram 56 delegados ao congresso extraordinário da organização a decorrer de dois a quatro de Abril deste ano, dos quais 14 representantes da organização da mulher patriótica, igual número da juventude e 28 membros. Leonel Gomes confirmou que existe no seio da população angolana um sentimento de frustração.

A política do governo angolano que se propõe a colocar ponto final ao mercado informal marcado com a presença das chamadas “zungueiras”, repugna o partidário de Abel Chivukuvuku.

“O nosso executivo não ouviu o nosso clamor quando nós dissemos, que a maior parte do povo angolano vive e sustenta-se do mercado informal, porque nós ainda não temos uma cultura de emprego que prioriza o cidadão nacional e, fundamentalmente a juventude”, precisou.

Segundo ele, não foram ouvidos, “mas já estão a aplicar, aqui mesmo em Malanje estão a correr atrás das senhoras para acabar com o mercado informal, o que quer dizer, que a miséria vai ser pior duque o que era antes do dia 31 de Agosto do ano transacto”.

Secretário-executivo nacional da terceira força política mais votada nas eleições de 2012 em Angola, falando na conferência provincial, testemunhada por Boneca Velarinho, membro de direcção da mulher e do conselho de liberação nacional e pela secretária para organização da mulher patriótica, Ana Cristina.

Representes dos partidos MPLA, UNITA e da FNLA estiveram na sessão de abertura.

(voaportugues.com)

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