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Pratos com vestígios de carne de cavalo foram retirados do mercado pela Nestlé

NestléA empresa suíça Nestlé anunciou a retirada em Espanha e Itália de pratos prontos com carne bovina que contêm vestígios de carne de cavalo.
“Os nossos testes detectaram rastos de ADN de cavalo em dois produtos de carne bovina fornecidos pela H.J Schypke, subcontratada alemã da JBS Toledo NV”, anunciou a empresa em comunicado. O JBS Toledo é o escritório comercial da empresa brasileira na Bélgica.

A Nestlé decidiu retirar “imediatamente” das prateleiras de Espanha e Itália os raviólis e tortelinis vendidos com os nomes Buitoni Beef Ravioli e Beef Tortellini.
“Vamos substituí-los por produtos que os testes de ADN confirmaram conterem cem por cento de carne bovina”, completa o comunicado.

Um prato de lasanha congelada destinado à indústria de restaurantes, “Lasagnes à la Bolognaise Gourmandes”, produzido em França, também vai ser retirado das prateleiras, anunciou a Nestlé. A proporção de carne de cavalo nos produtos é superior a um por cento, acrescenta o comunicado.

“A segurança alimentar não está em risco, mas a identificação equivocada de produtos faz com que não cumpram os requisitos mais rígidos que os consumidores esperam de nós”, insiste o grupo.
A Nestlé informou que está a fazer novos testes para detectar rastos de carne equina nos seus centros de produção na Europa.

A distribuidora Lidl também anunciou, na segunda-feira, a retirada das lojas na Suécia, Finlândia, Dinamarca e Bélgica de pratos prontos com carne de cavalo em vez de bovina. Os 27 países da União Europeia concordaram em realizar 2.250 testes de carne, de dez a 150 por país.

Empresa brasileira 

O Governo francês autorizou na segunda-feira a empresa Spanghero a retomar parte das actividades, que tinham sido totalmente suspensas na quinta-feira, com a retirada da licença sanitária, depois de ter ficado envolvida no escândalo da carne de cavalo classificada como bovina. A empresa brasileira JBS, líder mundial do processamento de carne, anunciou na terça-feira a suspensão da comercialização de carne europeia e explicou que não tem qualquer tipo de envolvimento na fraude com carne de cavalo que a Europa enfrenta há uma semana.

A JBS Toledo “não vai comercializar mais produtos europeus até que se restabeleça a confiança na segurança do sistema de fornecimento”, informa a empresa em comunicado. Mas a JBS explica no comunicado que a Schypke “não pertence ao seu grupo económico nem mantém qualquer relação empresarial ou operacional com a empresa” de capitais brasileiros.

A companhia brasileira destaca que, no caso mencionado, “todo o processo operacional e logístico foi executado pelo produtor alemão, que enviava o produto directamente para o cliente final”.

Também destaca que “não foi identificado caso algum de violação (de normas sanitárias europeias) em produtos fabricados pela própria JBS” e que nenhum dos seus contratos “foi alterado ou cancelado” no decurso da crise. (jornaldeangola.com)

 

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